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O Rei vai Nu

Data de publicação: 
18.01.2010

O Rei vai Nu

Criação do Teatro Extremo inspirada no conto “O Fato novo do Imperador” de Hans Christian Andersen.

Iniciativa Teatro Extremo com o apoio institucional Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República.

Hans Christian Andersen é considerado o precursor da literatura infantil. Soube, numa linguagem muito simples, exprimir ideias muito subtis, passando sem dificuldade da poesia à ironia, da farsa à tragédia. Este conto contém uma lição poderosa: o pensamento dominante encobre muitos embustes e apesar de a natureza humana não aceitar a tutela do pensamento único, é muito difícil alguém levantar-se contra o que está estabelecido. “O Fato novo do Imperador” demonstra ainda a ideia de que, independentemente da sua origem e condição social, todo o ser humano tem o direito de exprimir livremente o que vê, o que sente e o que anseia.

Sinopse:
Era uma vez um rei muito vaidoso. Adorava roupas novas. Dois espertalhões ouvem falar da vaidade do rei e vêem nisso uma oportunidade de enriquecer à custa de Sua Majestade. Apresentam-se como sendo dois tecelões capazes de fabricar um tecido mágico de grande qualidade e beleza e cuja principal característica é a de permanecer invisível aos olhos de quem não seja dotado de inteligência. No dia em que o rei saiu à rua, vestindo as suas roupas novas, toda a multidão aplaudia e dava vivas. Ninguém queria admitir que não via nada, ninguém queria parecer estúpido.“Mas ele vai nu”, exclamou um rapazinho. E as pessoas começaram a cochichar. “Há um pequeno que diz que ele vai todo nu!”. “Ele vai nu”, gritou por fim todo o povo. E o rei não teve outro remédio senão admitir que as pessoas tinham razão.

Ficha Artística e Técnica:
Concepção e Encenação: Isabel Leitão; Interpretação: Bibi Gomes e Rui Cerveira; Cenografia e Adereços: Élio Antunes; Construção do Cenário: Adelino Correia e José Antunes; Assistente das Áreas Técnicas: David Claudino (estagiário da Escola Profissional de Artes e Ofícios do Espectáculo – Chapitô); Coreografia: Joana Bergano; Figurinos: João Frazão; Música: Duarte Cabaça e Miguel Cervini; Desenho de Luz: Celestino Verdades; Grafismo: p2f atelier; Fotografia: p2f atelier; Web Master: Filipe Oliveira; Produção Executiva: Sofia Oliveira; Assistência de Produção: Paula Almeida; Divulgação e Publicidade: Nádia Santos Monteiro; Assessoria de Imprensa: Nádia Santos Monteiro e João Queirós; Promoção: Vítor Pinto Ângelo

Datas:
20 a 21 de Março de 2010 | Teatro Extremo – Almada
27 de Março de 2010 | 17h00 e 18h00 | teatro Diogo Bernardes – Ponte de Lima
29 de Setembro de 2010 | 10h30 e 15h00 | Cine-Teatro Avenida – Castelo Branco
4 de Outubro de 2010 | 21h30 | Cinema - Sesimbra
9 de Outubro de 2010 | 16h00 | Teatro Miguel Franco – Leiria
22 de Outubro de 2010 | 10h30 | Auditório Municipal do Seixal - Seixal
25 de Outubro de 2010 | 10h30 | Associação de Moradores Redondos – Seixal
26 de Outubro de 2010 | 10h30 | Sociedade Filarmónica Operária Amorense - Seixal
27 de Outubro de 2010 | 10h30 | Sociedade Filarmónica União Arrentelense - Seixal
28 de Outubro de 2010 | 10h30 | Ginásio Clube Corroios – Seixal
29 de Outubro de 2010 | 10h30 | Cinema São Vicente - Seixal
12, 13, 19, 20 de Outubro de 2010 | Teatro Extremo
30 de Outubro de 2010 | 16h00 | Centro Cultural Olga Cadaval – Sintra
2 de Novembro de 2010 | 10h30| Centro Cultural Olga Cadaval - Sintra
3, 9, 10 de Novembro de 2010 | Teatro Extremo
8 de Novembro de 2010 | 11h e 14h30 | Festival de Teatro da Covilhã - Covilhã
16 de Novembro de 2010 | 10h30 e 14h00 | Auditório José Manuel Figueiredo – Baixa da Banheira – Moita
17 de Novembro de 2010 | 10h30 | Auditório José Manuel Figueiredo – Baixa da Banheira – Moita
4 de Dezembro de 2010 | 16h00 | Auditório José Manuel Figueiredo – Baixa da Banheira – Moita

Mais informações em: www.teatroextremo.com

Nádia Santos Monteiro, Divulgação, Assessoria de Imprensa e Publicidade: producao@teatroextremo.com