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Exposição: Uma rede que nos une

Data de publicação: 
07.07.2009

Exposição
Uma rede que nos une
100 anos de transportes e ordenamento do território

Uma iniciativa do Instituto da Mobilidade e dos Transportes Terrestres com o apoio da Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República.

Local: Lisboa, Espaço Cultural da Estação do Rossio
Período de exibição: 18 de Maio a 18 de Julho de 2010
Horários: todos os dias, das 10h00-20h00

Resumo: “Uma Rede que nos Une” documenta a evolução dos transportes terrestres em Portugal, nos últimos 100 anos, e as interligações dessa evolução com a transformação do território. A exposição constitui uma excelente oportunidade para conhecer ou recordar veículos, profissões, fardas, instituições, velhos e novos territórios e os marcos históricos mais importantes, num evento que nos transporta no espaço e no tempo. Integrada no programa das Comemorações do Centenário da República, “Uma Rede que nos Une” é também um incentivo à reflexão sobre o impacto da democratização na nossa mobilidade.

A exposição, cuja entrada é gratuita, está aberta ao público de Terça-feira a Domingo, das 10h00 às 20h00, e divide-se em 10 Núcleos Temáticos:

N1. O Território. A Economia e os Transportes Terrestres
A Revolução chegou ao país real. O trabalho incidia nas actividades agrícolas e piscatórias, as instalações oficinais davam os primeiros passos. A economia desenvolvia-se a par de convulsões sociais, conflitos bélicos internacionais e de dificuldades na mobilidade na vida das populações. O transporte ferroviário dominava, mas lentamente a rodovia começava a marcar o território.

N2. As infra-estruturas do desenvolvimento
As pontes, os túneis e viadutos, as estações e os interfaces vão vencendo os obstáculos e unindo o território. A paisagem transforma-se, o país passa além-fronteiras. A técnica, o planeamento, a regulação e a segurança entram no vocabulário dos especialistas e no quotidiano das pessoas.

N3. A organização dos transportes
O desenvolvimento económico e social não dispensa a utilização dos meios de transporte. Os transportes de mercadorias e de passageiros, de iniciativa estatal ou empresarial vão estender a oferta, a rede vai crescendo e desenvolve-se. Prestam-se serviços no sector económico, mas também para chegar aos grandes acontecimentos ou ao mercado do lazer. Fala-se de intermodalidade, melhora-se o conforto e exige-se qualidade. A sustentabilidade do sistema dos transportes está na ordem do dia.

N4. Profissionais. Empresários e dirigentes
Há inúmeras profissões associadas aos transportes e ao tráfego, entre as que se vão extinguindo como a de guarda de passagem de nível ou de polícia sinaleiro, às que actualmente fazem gestão de frotas ou de tráfego, manutenção e segurança, com uma forte componente tecnológica. O tecido empresarial foi ganhando espaço, história e dimensão, associou-se, profissionalizou-se e adapta-se aos novos tempos e à economia global. As políticas de transportes e infra-estruturas também têm rosto. Encontram-se presentes nas instituições que se foram criando, extinguindo e transformando. A regulação, o planeamento estratégico e as grandes decisões cosem-se com o saber científico e técnico e com a internacionalização dos projectos.

N5. Os veículos e a condução
O Século XX democratizou o acesso à máquina. Convivemos com os mais diversos equipamentos e se não os dominamos não nos integramos. A técnica inova e aperfeiçoa e a sociedade exige. Exige conforto, qualidade e segurança. Neste núcleo, temos a evolução dos veículos ligeiros de passageiros ao material circulante de transporte ferroviário e rodoviário e a evolução da aprendizagem e da formação.

N6. Território e identidade
O período de 1910 a 1920 é marcado por uma profunda transformação dos transportes e do território. Mas há factores geográficos, históricos e culturais que garantem a coerência dessa transformação e a integram na nossa identidade. Identidade e diversidade também é uma rede que nos une.

N7. Democratização
A afirmação do municipalismo na 1.ª República e do poder local na 2.ª República, a progressiva informação e participação dos cidadãos na elaboração e aprovação dos instrumentos orientadores da gestão do território, a consolidação do espaço público como local de exercício da cidadania, a reabilitação das marginalidades, constituem as referências deste núcleo.

N8. Modernização
A modernização está associada aos transportes e à transformação do território. Como realizações com carácter de modernidade apresentam-se redes internacionais e de alta velocidade, plataformas logísticas e industriais, estações e interfaces, obras de arte como pontes e torres de controlo e exemplos de territórios centrais e de proximidade.

N9. Inovação
Depois da utilização generalizada do automóvel e da rede viária, a degradação do ambiente e o desenvolvimento dos meios electrónicos vêm alterar estratégias políticas e comportamentais, sustentadas em novos conceitos e novas tecnologias. A valorização do património natural e cultural, a recuperação da paisagem e sua fruição, a avaliação ambiental de projectos estruturantes são campos da inovação associados aos transportes e à transformação do território.

N10. Visão prospectiva
A visão do futuro alicerça-se na capacidade para idealizar a realidade para além do verosímil. Foi essa capacidade que viabilizou a implantação da República. O confronto de visões prospectivas como as da Ponte Transatlântica, da Praia Atlântica ou de Manhattan em Cacilhas, encerram os temas centrados nos transportes e no ordenamento do território.