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“Literatura Portuguesa e a Construção do Passado e do Futuro”

Data de publicação: 
07.04.2011

A primeira publicação decorrente do conjunto de colóquios promovido em 2010 pela Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República, intitulada “Literatura Portuguesa e a Construção do Passado e do Futuro”, foi dia 6 de Abril apresentado no Palácio Valadares, em Lisboa.

Para o poeta e ensaísta Manuel Gusmão, a cargo de quem esteve a apresentação,  trata-se de “um livro interessantíssimo” que traduz “um projecto ambicioso” relativamente à literatura portuguesa.

Manuel Gusmão sublinhou a “grande liberdade que foi dada aos 29 investigadores convidados” a participar neste volume, coordenado por Helena Buescu e Teresa Cerdeira e editado pela Caleidoscópio.

A comunicação de Eduardo Lourenço, com que abre o livro, intitulada “Genealogia de uma Ausência”, fez com que fosse “alta a parada” para as restantes 28 comunicações incluídas neste volume, considerou Manuel Gusmão.

O ensaísta analisou-as todas e, no final, deixou apenas um reparo: a ausência de estudo sobre Raul Brandão, autor que apenas aparece citado, mas não é alvo de uma investigação específica – uma ausência pela qual, como salientou, as coordenadoras não devem ser responsabilizadas, uma vez que aos investigadores era dada a liberdade de escolha dos autores a analisar nas comunicações.

Helena Buescu agradeceu a todos os que tornaram possível o colóquio “Literatura Portuguesa e a Construção do Passado e do Futuro”, incluído no eixo República das Letras das Comemorações do Centenário da República.

O desafio para a realização deste colóquio foi-lhe lançado pela comissária Maria Fernanda Rollo, cujo “entusiasmo e empenho” Helena Buescu saudou, lembrando também que no encontro participaram muitos investigadores brasileiros, que, com igual entusiasmo se envolveram não só no colóquio como na preparação do livro agora editado por iniciativa da CNCCR.

Helena Buescu recordou ainda uma expressão, diversas vezes proferida por Eduardo Lourenço durante o colóquio, dizendo que “nunca tinha visto tantos professores brasileiros no mesmo lugar de pensamento”.