Recortes de Imprensa

  • 02.03.2011
    http://www.culturacentro.pt
    Novo sítio web: República das Crianças

    repcriancas
    A Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República acaba de lançar o sítio Web República das Crianças disponível em http://criancas.centenariorepublica.pt

    O objectivo é mostrar aos mais novos como era ser criança há 100 anos atrás, mais precisamente no tempo da I República.

    São abordados aspectos como o ensino, as brincadeiras, a imprensa, a banda desenhada, as histórias, a música e muito mais

    Este sítio foi concebido e elaborado pela CNCCR e encontra-se também disponível na exposição EDUCAR. EDUCAÇÃO PARA TODOS. ENSINO NA I REPÚBLICA.

  • 01.03.2011
    Lifecooler
    Há (boa) vida para além do Carnaval. Para miúdos que adoram o Entrudo e para os que nem por isso…

    lifecooler_criancas
    Para miúdos que adoram o Entrudo e para os que nem por isso…

    Nesta época do ano, oficinas para crianças associadas ao Carnaval é o que não falta. Por isso não quisemos deixar passar a época em branco mas também não podíamos deixar de fazer a vontade aos pequeninos que estão mais ocupados a sonhar com o passado ou a pensar num futuro onde serão pilotos e cientistas. Assim sendo, decidimos alargar o leque de sugestões. Porque nem só de Entrudo vivem os homens de palmo e meio… 

    Como eram os avós quando eram pequeninos?
    No dia em que um dos seus filhos lhe perguntar isto, a sua resposta será a mais completa e satisfatória de todos os tempos. Fixe-a: http://criancas.centenariorepublica.pt. Este site, desenvolvido pela Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República, mostra como era a vida quotidiana e escolar dos miúdos que viveram há um século atrás, no tempo da I República. Aqui, os miúdos podem ver como eram os antigos manuais escolares, quais as lenga-lengas que faziam os pequenos rir , com que brinquedos se ia para o infantário e se nessa altura se jogava ao macaquinho do chinês ou à mamã dá licença. O site é ilustrado com figuras de banda desenhada actuais, desenhadas com base nas do Quim e Manecas de Stuart. Porque uma imagem…

    Andreia Melo

     

  • 01.03.2011
    Pavda.ru
    Exposição Primitivos portugueses prolongada

    primitivos_pravda
    Primitivos Portugueses (1450-1550) O Século de Nuno Gonçalves. Até 23 de Abril Museu Nacional de Arte Antiga, Lisboa.

    A exposição Primitivos Portugueses. O Século de Nuno Gonçalves (1450-1550), a decorrer no Museu Nacional de Arte Antiga, tem suscitado um crescente interesse e adesão do público, registando-se semanalmente um aumento gradual de visitantes, sendo também de assinalar, em ligação com essa afluência, o facto significativo de rapidamente se ter esgotado a primeira edição do catálogo da exposição e de a procura de visitas guiadas ser cada vez maior.

    A fim de continuar a proporcionar esta ocasião única de contacto com um dos mais relevantes patrimónios da arte portuguesa do Renascimento, foi assim decidido, com a inestimável colaboração das entidades e coleccionadores que cederam muitas das pinturas expostas, o prolongamento da exposição até 23 de Abril de 2011.

  • 01.03.2011
    Porto dos Museus
    Projecto “Bosques do Centenário”

    As inscrições para o projecto Bosques do Centenário, iniciado em 2010, estão abertas até dia ao próximo dia 21 de Março.

    O projecto dos Bosques do Centenário conta já com 68 municípios inscritos e três participações da sociedade civil, o que se traduz em 10 280 novas árvores no território nacional.

    A evolução do projecto pode ser apreciada no site da Árvore do Centenário onde os Bosques têm uma rubrica própria, acessível em:
    http://arvore.centenariorepublica.pt/index.php?option=com_content&view=article&id=39&Itemid=45.

    O projecto Bosques do Centenário insere-se nas Comemorações do Centenário da República e tem como objectivo plantar pequenos bosques de 100 árvores de espécies autóctones em cada um dos municípios de Portugal como forma de assinalar os 100 anos de instauração da República Portuguesa, assinalando esta efeméride com a plantação de “monumentos vivos” em cada um dos 308 municípios portugueses.

  • 28.02.2011
    Portal das Escolas
    O cinema de animação também passa pelo Centenário da República

    monstaportalescolas
    Este ano, a Monstra - Festival de Animação de Lisboa, que decorre de 21 a 27 de Março, vai estrear, no cinema S. Jorge, uma produção colectiva: o "10 por cem", uma curta-metragem de animação que celebra o centenário, a partir dos artistas que marcaram a I República.

    Este é apenas um exemplo de como o Centenário da República está presente no evento, que conta com uma série de outras produções: o Mix República é um projecto de oficinas de animação que, desde 2010, está a ser desenvolvido em 36 municípios do país.
     
    Trata-se de um projecto original da MONSTRA - Festival de Animação de Lisboa, co-produzido e apoiado pela Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República.
     
    As realizações resultantes deste trabalho conjunto podem ser vistas, não só durante o Festival, mas também no sítio especialmente criado para o efeito, em
    http://oficinas-mix.centenariorepublica.pt/ .
     
    As crianças não foram esquecidas e vão ser contempladas com o lançamento do Kit Monstrinha, que inclui dois livros e dois DVD de cinema de animação a apresentar às escolas no início do novo ano lectivo.
     
    Para mais informações, consultar o sítio do Centenário da República.

  • 28.02.2011
    Lusa
    Exposição "Primitivos Portugueses (1450-1550). O Século de Nuno Gonçalves"

    A exposição "Primitivos Portugueses. (1450-1550) O Século de Nuno Gonçalves", que recebeu mais de 32 mil visitantes em três meses e meio, foi prolongada até 23 de abril, anunciou hoje o Museu Nacional de Arte Antiga (MNAA), em Lisboa.

    Inaugurada a 11 de novembro do ano passado, a exposição "tem suscitado um crescente interesse e adesão do público, registando-se semanalmente um aumento gradual de visitantes", indicou a fonte do museu.

    Contactada pela agência Lusa, a instituição revelou que mais de 32 mil pessoas visitaram a mostra de pintura antiga portuguesa, a primeira edição do catálogo esgotou de imediato e há uma procura crescente de visitas guiadas.

    "Primitivos Portugueses (1450 e 1550) - O século de Nuno Gonçalves", que deveria ter encerrado no domingo, dia 27 de fevereiro, vai continuar patente no MNAA até 23 de abril de 2011.

    A mostra reúne 160 obras do período dos Descobrimentos, o património mais rico da pintura portuguesa, segundo os especialistas do museu que possui no seu acervo muitas peças deste período.

    Inserida nas Comemorações do Centenário da República, a mostra tem duas sedes, uma em Lisboa, no MNAA, com cerca de 140 obras, e outra no Museu de Évora, com mais duas dezenas de pinturas de mestres luso-flamengos do século XVI.

    A exposição assinala os cem anos da redescoberta pública dos célebres Painéis de São Vicente de Fora, do pintor português do século XV Nuno Gonçalves, e recorda ainda os setenta anos da mostra de pintura organizada no âmbito da Exposição do Mundo Português.

    As obras são provenientes em um terço do acervo do próprio MNAA, que possui a maior coleção de pintura antiga portuguesa, e ainda de coleções de norte a sul do país, e algumas vindas do estrangeiro, nomeadamente de França, Itália, Polónia e Bélgica.

    No MNAA, o pintor Nuno Gonçalves está no centro de um núcleo com os Painéis de São Vicente, considerada uma obra-prima da pintura portuguesa.

    AG.

  • 25.02.2011
    Portal da Juventude
    A República das Crianças

    portaljuventude_criancas
    A Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República (CNCCR) lançou o sítio “A República das Crianças”.

    O objectivo é mostrar aos mais novos como era ser criança há 100 anos atrás, mais concretamente no tempo da I República. É possível saber como se brincava e o que se fazia nos tempos livres, com muitas curiosidades sobre a vida quotidiana da época.

    Estão disponíveis:
    - as experiências científicas,
    - as revistas,
    - as histórias,
    - os filmes,
    e as músicas
    da altura.

    Vai já a http://criancas.centenariorepublica.pt e aprende tudo sobre a I República.

  • 25.02.2011
    Ministério da Educação
    Sítio República das Crianças

    O sítio Web República das Crianças, lançado pela Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República (CNCCR), tem como objectivo mostrar aos mais novos como era ser criança há 100 anos, no tempo da I República.

    Concebido e elaborado pela CNCCR, este sítio dá a conhecer diversos aspectos da vida quotidiana das crianças no tempo da I República, salientando-se temas alusivos ao ensino (aulas e manuais), brinquedos e brincadeiras, histórias e adivinhas, banda desenhada, pequenos filmes do início do século XX e músicas da época.

    Inclui, ainda, uma secção sobre os Direitos da Criança, que divulga a legislação de protecção à infância, aprovada pouco tempo depois da implantação da república.

    Para mais informações, consultar: http://criancas.centenariorepublica.pt

     

  • 25.02.2011
    Público
    Sítio República das Crianças

    corografia
    Como era ser criança há 100 anos no tempo da I República? Por que livros se estudava? Como eram os brinquedos? A Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República acaba de lançar um site que mostra o ambiente nas escolas e os manuais da altura (na foto e de Geografia de Portugal) e onde se podem ouvir músicas da época (na Fonoteca), ler as revistas de há 100 anos (no Quiosque) ou ver pequenos filmes do início do século XX (na Cinemateca). Há ainda adivinhas, histórias e lengalengas que faziam parte da vida quotidiana e dicas para construção de brinquedos.

  • 25.02.2011
    Público
    Este ano a Monstra vai ter curtíssimas em competição

    publico_monstra
    Os realizadores de minifilmes de animação - as curtíssimas, com menos de dois minutos - vão poder este ano, pela primeira vez, mostrar em competição os seus trabalhos no Monstra - Festival de Animação de Lisboa, de 21 a 27 de Março. "Foram seleccionados 60 filmes dos cerca de 150 que nos foram enviados", disse Fernando Galrito, director do Monstra, ontem, no Cinema São Jorge, em Lisboa, na apresentação da programação.

    Por ser ímpar, 2011 é ano de competição de longas-metragens (nos anos pares há competição de curtas) - desde a história de amor de Chico e Rita na Cuba de finais dos anos 40 (Chico & Rita, dos espanhóis Javier Mariscal, Fernando Trueba e Tono Errando) aos sinistros túneis de metro por baixo de uma Europa sem petróleo (Metropia, do sueco Tarik Saleh), passando pela história do Patinho Feio vista pelo russo Garri Bardin (Ugly Duckling).

    Nesta décima edição, a Monstra - que no ano passado atingiu os 17 mil espectadores - tem a Holanda como país convidado, mas vai também dedicar uma retrospectiva ao cinema de animação dos estúdios japoneses Ghibli, com destaque para a estreia de dois filmes do conhecido realizador Hayao Miyazaki, autor de A Viagem de Chihiro e Princesa Mononoke.

    "A Holanda tem, como Portugal, uma dimensão muito grande em termos de cinema de animação", explicou Galrito. É isso que permite mostrar o trabalho dos realizadores holandeses em diferentes secções: Mulheres, Jovens, Produtoras, Animação Experimental, Retrospectiva Histórica e Grandes Realizadores, com obras de Gerrit Van Dijk, Michael Dudok de Wit e Paul Driessen.

    Uma das grandes apostas da Monstra são os workshops - e este ano destaca-se um de Van Dijk e outro da responsabilidade do canadiano Jacques Drouin, realizador "único no mundo a fazer animação com uma técnica chamada pin screen ou ecrã de alfinetes", e cujos filmes poderão ser vistos na Fundação Gulbenkian.

    A direcção do festival pretende que a Monstra ande "cada vez mais à solta em Lisboa" (e mesmo fora de Lisboa, porque há já projectos com 37 países) e aposta nas parcerias: com o Museu da Marioneta, onde inauguram já hoje duas exposições, Toile de Front (Fire Waltz), com as marionetas e cenários originais deste filme dos franceses Marc Ménager e Mino Malan; e Dodu, de José Miguel Ribeiro, mostrando os bastidores de uma série de animação para crianças num mundo feito de papel reciclado. E também com a Comissão para as Comemorações do Centenário da República, com o projecto MixRepública - 40 oficinas de cinema de animação por todo o país, para, com as crianças, fazer um pequeno filme de animação sobre a República. Será também estreado no Monstra um filme de dez minutos, feito por vários autores nacionais, sobre a arte na I República.

    Os realizadores de minifilmes de animação - as curtíssimas, com menos de dois minutos - vão poder este ano, pela primeira vez, mostrar em competição os seus trabalhos no Monstra - Festival de Animação de Lisboa, de 21 a 27 de Março. "Foram seleccionados 60 filmes dos cerca de 150 que nos foram enviados", disse Fernando Galrito, director do Monstra, ontem, no Cinema São Jorge, em Lisboa, na apresentação da programação.

    Por ser ímpar, 2011 é ano de competição de longas-metragens (nos anos pares há competição de curtas) - desde a história de amor de Chico e Rita na Cuba de finais dos anos 40 (Chico & Rita, dos espanhóis Javier Mariscal, Fernando Trueba e Tono Errando) aos sinistros túneis de metro por baixo de uma Europa sem petróleo (Metropia, do sueco Tarik Saleh), passando pela história do Patinho Feio vista pelo russo Garri Bardin (Ugly Duckling).

    Nesta décima edição, a Monstra - que no ano passado atingiu os 17 mil espectadores - tem a Holanda como país convidado, mas vai também dedicar uma retrospectiva ao cinema de animação dos estúdios japoneses Ghibli, com destaque para a estreia de dois filmes do conhecido realizador Hayao Miyazaki, autor de A Viagem de Chihiro e Princesa Mononoke.

    "A Holanda tem, como Portugal, uma dimensão muito grande em termos de cinema de animação", explicou Galrito. É isso que permite mostrar o trabalho dos realizadores holandeses em diferentes secções: Mulheres, Jovens, Produtoras, Animação Experimental, Retrospectiva Histórica e Grandes Realizadores, com obras de Gerrit Van Dijk, Michael Dudok de Wit e Paul Driessen.

    Uma das grandes apostas da Monstra são os workshops - e este ano destaca-se um de Van Dijk e outro da responsabilidade do canadiano Jacques Drouin, realizador "único no mundo a fazer animação com uma técnica chamada pin screen ou ecrã de alfinetes", e cujos filmes poderão ser vistos na Fundação Gulbenkian.

    A direcção do festival pretende que a Monstra ande "cada vez mais à solta em Lisboa" (e mesmo fora de Lisboa, porque há já projectos com 37 países) e aposta nas parcerias: com o Museu da Marioneta, onde inauguram já hoje duas exposições, Toile de Front (Fire Waltz), com as marionetas e cenários originais deste filme dos franceses Marc Ménager e Mino Malan; e Dodu, de José Miguel Ribeiro, mostrando os bastidores de uma série de animação para crianças num mundo feito de papel reciclado. E também com a Comissão para as Comemorações do Centenário da República, com o projecto MixRepública - 40 oficinas de cinema de animação por todo o país, para, com as crianças, fazer um pequeno filme de animação sobre a República. Será também estreado no Monstra um filme de dez minutos, feito por vários autores nacionais, sobre a arte na I República.

    Os realizadores de minifilmes de animação - as curtíssimas, com menos de dois minutos - vão poder este ano, pela primeira vez, mostrar em competição os seus trabalhos no Monstra - Festival de Animação de Lisboa, de 21 a 27 de Março. "Foram seleccionados 60 filmes dos cerca de 150 que nos foram enviados", disse Fernando Galrito, director do Monstra, ontem, no Cinema São Jorge, em Lisboa, na apresentação da programação.

    Por ser ímpar, 2011 é ano de competição de longas-metragens (nos anos pares há competição de curtas) - desde a história de amor de Chico e Rita na Cuba de finais dos anos 40 (Chico & Rita, dos espanhóis Javier Mariscal, Fernando Trueba e Tono Errando) aos sinistros túneis de metro por baixo de uma Europa sem petróleo (Metropia, do sueco Tarik Saleh), passando pela história do Patinho Feio vista pelo russo Garri Bardin (Ugly Duckling).

    Nesta décima edição, a Monstra - que no ano passado atingiu os 17 mil espectadores - tem a Holanda como país convidado, mas vai também dedicar uma retrospectiva ao cinema de animação dos estúdios japoneses Ghibli, com destaque para a estreia de dois filmes do conhecido realizador Hayao Miyazaki, autor de A Viagem de Chihiro e Princesa Mononoke.

    "A Holanda tem, como Portugal, uma dimensão muito grande em termos de cinema de animação", explicou Galrito. É isso que permite mostrar o trabalho dos realizadores holandeses em diferentes secções: Mulheres, Jovens, Produtoras, Animação Experimental, Retrospectiva Histórica e Grandes Realizadores, com obras de Gerrit Van Dijk, Michael Dudok de Wit e Paul Driessen.

    Uma das grandes apostas da Monstra são os workshops - e este ano destaca-se um de Van Dijk e outro da responsabilidade do canadiano Jacques Drouin, realizador "único no mundo a fazer animação com uma técnica chamada pin screen ou ecrã de alfinetes", e cujos filmes poderão ser vistos na Fundação Gulbenkian.

    A direcção do festival pretende que a Monstra ande "cada vez mais à solta em Lisboa" (e mesmo fora de Lisboa, porque há já projectos com 37 países) e aposta nas parcerias: com o Museu da Marioneta, onde inauguram já hoje duas exposições, Toile de Front (Fire Waltz), com as marionetas e cenários originais deste filme dos franceses Marc Ménager e Mino Malan; e Dodu, de José Miguel Ribeiro, mostrando os bastidores de uma série de animação para crianças num mundo feito de papel reciclado. E também com a Comissão para as Comemorações do Centenário da República, com o projecto MixRepública - 40 oficinas de cinema de animação por todo o país, para, com as crianças, fazer um pequeno filme de animação sobre a República. Será também estreado no Monstra um filme de dez minutos, feito por vários autores nacionais, sobre a arte na I República.

    Por Alexandra Prado Coelho