
Os realizadores de minifilmes de animação - as curtíssimas, com menos de dois minutos - vão poder este ano, pela primeira vez, mostrar em competição os seus trabalhos no Monstra - Festival de Animação de Lisboa, de 21 a 27 de Março. "Foram seleccionados 60 filmes dos cerca de 150 que nos foram enviados", disse Fernando Galrito, director do Monstra, ontem, no Cinema São Jorge, em Lisboa, na apresentação da programação.
Por ser ímpar, 2011 é ano de competição de longas-metragens (nos anos pares há competição de curtas) - desde a história de amor de Chico e Rita na Cuba de finais dos anos 40 (Chico & Rita, dos espanhóis Javier Mariscal, Fernando Trueba e Tono Errando) aos sinistros túneis de metro por baixo de uma Europa sem petróleo (Metropia, do sueco Tarik Saleh), passando pela história do Patinho Feio vista pelo russo Garri Bardin (Ugly Duckling).
Nesta décima edição, a Monstra - que no ano passado atingiu os 17 mil espectadores - tem a Holanda como país convidado, mas vai também dedicar uma retrospectiva ao cinema de animação dos estúdios japoneses Ghibli, com destaque para a estreia de dois filmes do conhecido realizador Hayao Miyazaki, autor de A Viagem de Chihiro e Princesa Mononoke.
"A Holanda tem, como Portugal, uma dimensão muito grande em termos de cinema de animação", explicou Galrito. É isso que permite mostrar o trabalho dos realizadores holandeses em diferentes secções: Mulheres, Jovens, Produtoras, Animação Experimental, Retrospectiva Histórica e Grandes Realizadores, com obras de Gerrit Van Dijk, Michael Dudok de Wit e Paul Driessen.
Uma das grandes apostas da Monstra são os workshops - e este ano destaca-se um de Van Dijk e outro da responsabilidade do canadiano Jacques Drouin, realizador "único no mundo a fazer animação com uma técnica chamada pin screen ou ecrã de alfinetes", e cujos filmes poderão ser vistos na Fundação Gulbenkian.
A direcção do festival pretende que a Monstra ande "cada vez mais à solta em Lisboa" (e mesmo fora de Lisboa, porque há já projectos com 37 países) e aposta nas parcerias: com o Museu da Marioneta, onde inauguram já hoje duas exposições, Toile de Front (Fire Waltz), com as marionetas e cenários originais deste filme dos franceses Marc Ménager e Mino Malan; e Dodu, de José Miguel Ribeiro, mostrando os bastidores de uma série de animação para crianças num mundo feito de papel reciclado. E também com a Comissão para as Comemorações do Centenário da República, com o projecto MixRepública - 40 oficinas de cinema de animação por todo o país, para, com as crianças, fazer um pequeno filme de animação sobre a República. Será também estreado no Monstra um filme de dez minutos, feito por vários autores nacionais, sobre a arte na I República.
Os realizadores de minifilmes de animação - as curtíssimas, com menos de dois minutos - vão poder este ano, pela primeira vez, mostrar em competição os seus trabalhos no Monstra - Festival de Animação de Lisboa, de 21 a 27 de Março. "Foram seleccionados 60 filmes dos cerca de 150 que nos foram enviados", disse Fernando Galrito, director do Monstra, ontem, no Cinema São Jorge, em Lisboa, na apresentação da programação.
Por ser ímpar, 2011 é ano de competição de longas-metragens (nos anos pares há competição de curtas) - desde a história de amor de Chico e Rita na Cuba de finais dos anos 40 (Chico & Rita, dos espanhóis Javier Mariscal, Fernando Trueba e Tono Errando) aos sinistros túneis de metro por baixo de uma Europa sem petróleo (Metropia, do sueco Tarik Saleh), passando pela história do Patinho Feio vista pelo russo Garri Bardin (Ugly Duckling).
Nesta décima edição, a Monstra - que no ano passado atingiu os 17 mil espectadores - tem a Holanda como país convidado, mas vai também dedicar uma retrospectiva ao cinema de animação dos estúdios japoneses Ghibli, com destaque para a estreia de dois filmes do conhecido realizador Hayao Miyazaki, autor de A Viagem de Chihiro e Princesa Mononoke.
"A Holanda tem, como Portugal, uma dimensão muito grande em termos de cinema de animação", explicou Galrito. É isso que permite mostrar o trabalho dos realizadores holandeses em diferentes secções: Mulheres, Jovens, Produtoras, Animação Experimental, Retrospectiva Histórica e Grandes Realizadores, com obras de Gerrit Van Dijk, Michael Dudok de Wit e Paul Driessen.
Uma das grandes apostas da Monstra são os workshops - e este ano destaca-se um de Van Dijk e outro da responsabilidade do canadiano Jacques Drouin, realizador "único no mundo a fazer animação com uma técnica chamada pin screen ou ecrã de alfinetes", e cujos filmes poderão ser vistos na Fundação Gulbenkian.
A direcção do festival pretende que a Monstra ande "cada vez mais à solta em Lisboa" (e mesmo fora de Lisboa, porque há já projectos com 37 países) e aposta nas parcerias: com o Museu da Marioneta, onde inauguram já hoje duas exposições, Toile de Front (Fire Waltz), com as marionetas e cenários originais deste filme dos franceses Marc Ménager e Mino Malan; e Dodu, de José Miguel Ribeiro, mostrando os bastidores de uma série de animação para crianças num mundo feito de papel reciclado. E também com a Comissão para as Comemorações do Centenário da República, com o projecto MixRepública - 40 oficinas de cinema de animação por todo o país, para, com as crianças, fazer um pequeno filme de animação sobre a República. Será também estreado no Monstra um filme de dez minutos, feito por vários autores nacionais, sobre a arte na I República.
Os realizadores de minifilmes de animação - as curtíssimas, com menos de dois minutos - vão poder este ano, pela primeira vez, mostrar em competição os seus trabalhos no Monstra - Festival de Animação de Lisboa, de 21 a 27 de Março. "Foram seleccionados 60 filmes dos cerca de 150 que nos foram enviados", disse Fernando Galrito, director do Monstra, ontem, no Cinema São Jorge, em Lisboa, na apresentação da programação.
Por ser ímpar, 2011 é ano de competição de longas-metragens (nos anos pares há competição de curtas) - desde a história de amor de Chico e Rita na Cuba de finais dos anos 40 (Chico & Rita, dos espanhóis Javier Mariscal, Fernando Trueba e Tono Errando) aos sinistros túneis de metro por baixo de uma Europa sem petróleo (Metropia, do sueco Tarik Saleh), passando pela história do Patinho Feio vista pelo russo Garri Bardin (Ugly Duckling).
Nesta décima edição, a Monstra - que no ano passado atingiu os 17 mil espectadores - tem a Holanda como país convidado, mas vai também dedicar uma retrospectiva ao cinema de animação dos estúdios japoneses Ghibli, com destaque para a estreia de dois filmes do conhecido realizador Hayao Miyazaki, autor de A Viagem de Chihiro e Princesa Mononoke.
"A Holanda tem, como Portugal, uma dimensão muito grande em termos de cinema de animação", explicou Galrito. É isso que permite mostrar o trabalho dos realizadores holandeses em diferentes secções: Mulheres, Jovens, Produtoras, Animação Experimental, Retrospectiva Histórica e Grandes Realizadores, com obras de Gerrit Van Dijk, Michael Dudok de Wit e Paul Driessen.
Uma das grandes apostas da Monstra são os workshops - e este ano destaca-se um de Van Dijk e outro da responsabilidade do canadiano Jacques Drouin, realizador "único no mundo a fazer animação com uma técnica chamada pin screen ou ecrã de alfinetes", e cujos filmes poderão ser vistos na Fundação Gulbenkian.
A direcção do festival pretende que a Monstra ande "cada vez mais à solta em Lisboa" (e mesmo fora de Lisboa, porque há já projectos com 37 países) e aposta nas parcerias: com o Museu da Marioneta, onde inauguram já hoje duas exposições, Toile de Front (Fire Waltz), com as marionetas e cenários originais deste filme dos franceses Marc Ménager e Mino Malan; e Dodu, de José Miguel Ribeiro, mostrando os bastidores de uma série de animação para crianças num mundo feito de papel reciclado. E também com a Comissão para as Comemorações do Centenário da República, com o projecto MixRepública - 40 oficinas de cinema de animação por todo o país, para, com as crianças, fazer um pequeno filme de animação sobre a República. Será também estreado no Monstra um filme de dez minutos, feito por vários autores nacionais, sobre a arte na I República.
Por Alexandra Prado Coelho