Recortes de Imprensa

  • 06.03.2011
    Jornal do Barreiro
    Bosques do Centenário - Inscrições até dia 21 de Março

    bosquesbarreiro
    As inscrições para o projecto Bosques do Centenário, iniciado em 2010, estão abertas até dia ao próximo dia 21 de Março. O projecto dos Bosques do Centenário conta já com 68 municípios inscritos e três participações da sociedade civil, o que se traduz em 10280 novas árvores no território nacional.

    Entre as espécies plantadas contam-se a alfarrobeira (130); amieiro (115); azevinho (655); azinheira (570); carvalho-alvarinho (24286); carvalho-cerquinho (115); carvalho-negral (890); cerejeira (165); folhado (20); freixo (390); loureiro (10); medronheiro (1400); pedamarro (100); pilriteiro (20); pinheiro-manso (859); sobreiro (445) e ulmeiro (110).

    A evolução do projecto pode ser apreciada no site da Árvore do Centenário onde os Bosques têm uma rubrica própria, acessível em: http://arvore.centenariorepublica.pt/index.php?option=com_content&view=article&id=39&Itemid=45.

    O projecto Bosques do Centenário insere-se nas Comemorações do Centenário da República e tem como objectivo plantar pequenos bosques de 100 árvores de espécies autóctones em cada um dos municípios de Portugal como forma de assinalar os 100 anos de instauração da República Portuguesa, assinalando esta efeméride com a plantação de “monumentos vivos” em cada um dos 308 municípios portugueses.

    A iniciativa de plantar Bosques poderá prosseguir no futuro como um movimento voluntário de cidadania para a criação e manutenção de bosques de floresta autóctone, através de vários tipos de acções, tais como a recolha de sementes, sementeiras e plantações ou a limpeza e manutenção da floresta autóctone.

    A plantação dos “Bosques do Centenário” iniciou-se em 2010 na semana em que se celebrou o Dia Mundial da Floresta Autóctone, 23 de Novembro.

    A Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República, a Autoridade Florestal Nacional, a Associação Nacional de Municípios Portugueses a Quercus e o Movimento Cívico Limpar Portugal, juntaram-se para fazer da Floresta Autóctone Portuguesa uma grande causa para os próximos 100 anos.

  • 05.03.2011
    Os Meus Livros
    Traços Pioneiros

    osmeuslivrospublicacoes
    Três edições recentes transportam-nos para a banda desenhada do início do século. Originalidade, criatividade e inovação em Portugal e nos EUA.

    Mais conhecido pelos seus desenhos a carvão em toalhas e guardanapos de papel dos restaurantes, Stuart Carvalhais deixou também uma importante obra de Banda Desenhada, pela criação de duas simpáticas figuras. "Quim e Manecas, 1915-1918" (edição da Tinta-da-China), um trabalho da responsabilidade do veterano João Paulo da Paiva Boléo - que assina a organização, introdução e glossário - devolve-nos as histórias e a sua magia, reunindo em álbum de capa dura todos os episódios que foram publicados no Século Cómico ao longo de três anos.

    A crítica social está presente nestas histórias, não de uma forma desabrida, mas recorrendo às piadas e aos desenhos para caricaturar a burguesia da época e alertar para a precariedade dos cidadãos que povoam estas curtas histórias.
    Os dois protagonistas, jovens na figura e na postura, dão azo a todo o tipo de tropelias, antecipando algumas figuras da literatura ou do cinema, onde a liberdade, a sátira e a despreocupada caminhada pelo quotidiano traçam uma metafórica atitude perante a vida e a forma de a encarar.

    OUTROS PROTAGONISTAS
    Recuperando uma parte importante da Banda Desenhada portuguesa que assistiu ao dealbar do século XX e, coincidentemente, da Instauração da República - com todas as condicionantes que isso implica, em termos políticos, económicos e sociais - será importante alertar para o catálogo de uma exposição que esteve patente em 2010, cujas imagens e textos nos transportam para a Nona Arte portuguesa dessa época e para as questões que ela suscita. "A 1." República na Génese da Banda Desenhada e no Olhar do século XXI" uma edição da Imprensa Nacional-Casa da Moeda, é um espelho de mentalidades e comportamentos, que ajudam a compreender muito para além das nossas fronteiras, pois, como escrevem Cristina Gouveia e Nelson Dona, comissários da referida exposição, "o primeiro quartel do século XX é, em Portugal, e também em toda a Europa, uma época de mudanças e grandes transformações".
    Apesar da presença de alguns trabalhos contemporâneos (como "História de Lisboa", de Filipe Abranches e A. H. de Oliveira Marques, ou trabalhos de Artur Correia ou João Amaral), esta é uma oportunidade para observar, sobretudo, a criatividade dos artistas de ontem, com a originalidade e acuidade que lhes reserva um lugar na actualidade.

    CALMA AMERICANA
    Mas nem só criações portuguesas da primeira metade do século passado regressam em edições recentes. O editor português Manuel Caldas (responsável, com a sua Libri Impressi, pela publicação recente de outros tesouros escondidos) trouxe para páginas actuais as tiras originais de Dot & Dash, criação de Cliff Sterrett, publicadas em 1926-1928, na imprensa norte-americana.
    A introdução (trilingue, em português, castelhano e inglês) de Domingos Isabelinho, é bastante explícita quando destaca algumas das características deste trabalho, curtas narrativas plenas de expressividade, onde ele destaca "a poesia transmitida por certos momentos em que aparentemente nada acontece".

    A ausência de texto privilegia o movimento percepcionado pelo leitor e elabora uma cumplicidade com os dois cães que dão nome ao livro, na qual a acção é transmitida não por uma descrição, mas por uma partilha visual, a partir de um humor - também ele cúmplice - alcançado por um sentimento de bonomia e bucolismo, algo arredado, como realça o mesmo prefaciador, na "sociedade dos milhares de imagens por dia 'per capita, a sociedade que esqueceu, há muito tempo, o piar das aves nocturnas".

    texto de João Morales

  • 05.03.2011
    Rostos Online
    Livro «Setúbal: Roteiros Republicanos». Apresentação de Fernando Rosas

    roteiro_setubal
    O livro “Setúbal: Roteiros Republicanos”, sobre a história local do fim do século XIX, início de XX, em particular os acontecimentos que conduziram à Implantação da República, é apresentado, hoje, dia 5 de Março, às 17h00, no Salão Nobre dos Paços do Concelho.

    O volume, com apresentação de Fernando Rosas, é coordenado por Albérico Alho, reunindo textos deste investigador, bem como de Álvaro Arranja, Quaresma Rosa, Carlos Mouro, Horácio Pena, Maria Alice Samara e Maria Margarida Rocha.

    A caracterização económica, social, política e cultural, a acção dos pioneiros do republicanismo em Setúbal, o movimento operário local e ainda aspectos artísticos, desportivos e turísticos são abordados sob o enfoque cronológico do crescendo do movimento republicano e da Primeira República.

    O livro, com edição promovida pela Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República, exalta a importância que Setúbal teve no contexto da queda da monarquia em Portugal.

     

  • 04.03.2011
    Destak
    A revolta republicana reflectida nos jornais

    O Museu Nacional da Imprensa apresenta até 30 de Abril, no Museu Municipal Abade Pedrosa, em Santo Tirso, a exposição A República na Imprensa: do Porto a Lisboa.

    A mostra está inserida no programa oficial das Comemorações do Centenário da República e integra uma centena de peças sobre a repercussão do '5 de Outubro' na imprensa.

    Os visitantes poderão apreciar dezenas de publicações, centralmente dedicadas à implantação da República, com edições emblemáticas da época.

    A exposição inclui publicações humorísticas e jornais estrangeiros.

    mais artigos de custo zero
    -Duas exposições no Museu da Marioneta
    -Obras inéditas vão ao Museu da Electricidade
    -Yoga do Riso na Fnac do CascaiShopping
    -Veleiros sobem o Douro na 1ª Regata Infante D. Henrique
    -Crafts & Design com edição de Primavera no Jardim da Estrela
    -Brincar aos escultores com 'ateliers' no museu
    -Sons do Mundo com Mafalda Arnauth
    -Comemore a Noite Mundial do Livro
    -Carnaval Infantil sai para a rua no domingo

    Nuno Miguel Pereira

  • 04.03.2011
    Rádio Renascença
    Como era ser criança há 100 anos?

    Como seriam os brinquedos? Por que livros se estudava? E como se entretinham os mais novos?
    Vamos saber tudo isto e muito mais esta 6ªfeira nas Manhãs da Renascença! É que acaba de ser criado um site - República das Crianças – que nos lembra as canções e brincadeiras de há 100 anos!
    Sofia Macedo, uma das responsáveis desta nova morada na net, revela-lhe como nasceu esta ideia e o que é que podemos encontrar neste site tão original!

    http://www.rr.pt/manhas.aspx?fid=10&did=144802

  • 03.03.2011
    A Comarca de Arganil
    ARGANIL Exposição "Viva a República"

    arganilvivarepublica
    Dando continuidade ao programa da Câmara Municipal para as Comemorações do Centenário da Implantação da República esteve patente na Praça Simões Dias a Exposição "Viva a República", promovida pela Organização Nacional para as Comemorações do Centenário da República, que tem estado em itinerància por todo o País, tendo chegado a Arganil.

    Utilizando as novas tecnologias da comunicação a exposição permite uma interacção com os vários documentos que ilustram um período da História de Portugal que vai do inicio no século XIX com a Revolta do 31 de Janeiro de 1891 e que se prolonga até ao inicio da Primeira Guerra Mundial.

  • 03.03.2011
    Diário de Coimbra
    "VIVA A REPÚBLICA" EM OLIVEIRA DO HOSPITAL

    Em Oliveira do Hospital está patente (último dia) a exposição "Viva a República... em Digressão", promovida pela Organização Nacional para as Comemorações do Centenário da República.

     

  • 03.03.2011
    Diário de Leiria
    Distrito adere ao projecto 'Bosques do Centenário'

    Marinha Grande, Batalha, Pombal, Figueiró dos Vinhos e Alvaiázere são os concelhos do distrito de Leiria que já aderiram ao projecto Bosques do Centenário', e cujas inscrições foram prolongadas até ao próximo dia 21.

    Bosques do Centenário' é um projecto iniciado em 2010, insere-se nas comemorações do Centenário da República Portuguesa e tem como objectivo "plantar pequenos bosques de 100 árvores de espécies autóctones em cada um dos municípios".

    "É uma forma de assinalar os 100 anos de instauração da República Portuguesa", com "a plantação de monumentos vivos' em cada um dos 308 municípios portugueses", faz saber a entidade promotora.

    O projecto conta já com a participação de 68 municípios em todo o País, e três da sociedade civil, num total de 10.280 novas árvores, mas é intenção da entidade promotora "prosseguir no futuro como um movimento voluntário de cidadania para a criação e manutenção de bosques de flroesta autóctone", através de vários tipos de acções, como a recolha de sementes, sementeiras e plantações ou a limpeza e manutenção da floresta Alfarrobeira, amieiro, azevinho, azinheira, carvalho-alvari-nho, carvalho-cerquinho, carva-lho-negral, cerejeira, folhado, freixo, loureiro, medronheiro, pedamarro, pilriteiro, pinheiro-manso, sobreiro e ulmeiro são as árvores plantadas até agora.

  • 03.03.2011
    VISAO - SETE - PORTO
    A República dos miúdos. Espreitar o universo infantil de há cem anos

    visao_criancas
    Os miúdos de hoje não fazem ideia de como era ser criança na primeira metade do século XX. Ignoram que era um tempo de brincadeiras ao ar livre, no campo tal como na cidade. As meninas usavam chapéu a combinar com o vestido e os meninos não dispensavam os bonés de marinheiro. Certamente já ouviram contar que não havia televisão, computador ou brinquedos sofisticados e se questionaram sobre o que fariam as bisavós no intervalo da escola. Para eles está ainda por preencher grande parte do puzzle daquela época. Para completar «o imaginário com rigor histórico», a Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República desenvolveu uma página que convida os miúdos a viajar no tempo, «de forma divertida e lúdica», explica Sofia Macedo.

    Guiados por Quim e Manecas, duas figuras criadas por Richard Câmara com base nas personagens de uma banda desenhada de Stuart Carvalhais, os miúdos vão descobrir mil e uma curiosidades da infância das bisavós.

    «O objetivo é transportar as pessoas por um período histórico através do olhar das crianças do início do século, no período da I República», sublinha. Com um simples clic em http://criancas. centenariorepublica.pt será possível aceder a textos, imagens, sons e vídeos. Tem nove janelas de navegação, através das quais se chega à pesquisa das historiadoras Maria Inês Queiroz e Angela Salgueiro. Assim, na Cinemateca estão disponíveis pequenos filmes do início do século XX e na Fonoteca pautas de músicas que os miúdos trauteavam. Para saber quais as revistas que andavam de mão em mão, conhecer a banda desenhada dos jornais ou a história de Quim e Manecas só tem de folhear as páginas do Quiosque. Como estamos a falar de miúdos não faltam sugestões de brincadeiras para fazer no quintal, no jardim ou no parque. Assim na secção «Faz tu mesmo» descubra experiências e brinquedos para construir com eles.

    CURIOSIDADES DA ÉPOCA
    O homem do início do século XX usava sempre chapéu
    Os cafés eram um importante local para a discussão pública
    A ida à praia passou a ser uma das atividades de veraneio

    Na Biblioteca Digital encontra adivinhas, lengalengas e histórias como a Esperteza da Raposa ou a Guerra do Grilo e do Leão, escritas por António Sérgio em 1924. Uma república para crianças que não deixa os adultos à porta...

     

  • 02.03.2011
    Time Out
    República das Crianças

    Mostre-lhes a escola do antigamente

    criancas02 
    Como era ser criança há 100 anos? Por que livros se estudava? E como eram os brinquedos quando ainda não havia Barbies e action figures? Explore com os miúdos o site Republica das Crianças, criado no âmbito das Comemorações do Centenário da República.

    Todas as questões e curiosidades sobre as brincadeiras e canções de ha 100 anos estão lá, assim como as adivinhas, histórias e lenga-lengas que nessa altura preenchiam o dia-a-dia da gente miúda.

    Compare a escola deles com aquela onde se aprendia nesse tempo e vejam como os manuais tambem evoluíram. E não deixem de espreitar a Fonoteca e a Cinemateca, onde vão encontrar músicas e pequenos filmes do início do século XX.

    Dêem descanso aos Lego e dediquem uma tarde a dar vida aos brinquedos que então faziam as delícias dos miúdos e que tinham estes nomes deliciosos: o bufa-gatos, as gaitas, o pára-quedas e o carriço. O site Republica das Criancas ensina como construí-los.

    Conheça a BD nos seus primordios e as figures imortais criadas por Stuart Carvalhais. Se f icaram mesmo fãs deste periodo da historia, ao ponto de quererem saber ainda mais, e só clicar na seccao Sabias Que...

     

    Catarina Figueira

    criancas.centenariorepublica.pt