Recortes de Imprensa

  • 16.03.2011
    www.portaldasescolas.pt
    Exposição "A República de Eléctrico"

    portalescolasCarris
    Retratar a importância do transporte público durante o período da I República dá o mote à exposição "A República de Eléctrico", uma proposta do Museu da CARRIS, em colaboração com a Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República. A exposição encontra-se patente ao público, no Núcleo 2 do Museu, até dia 31 de Março.

    Este tema não é, contudo, o único atractivo do Museu, cujas colecções se encontram disponíveis para visitas orientadas e outras actividades.

    Através de uma abordagem sensorial e experimental das colecções, os programas educativos do Museu apresentam temas familiares para todos, podendo o seu espólio constituir um ponto de partida para a aprendizagem, através da observação e da experimentação.
    As visitas guiadas destinadas às escolas são efectuadas no horário do Museu, segundo marcação prévia, podendo ser preparadas em conjunto com educadores e professores.

    Os ateliês e as “visitas-jogo” são preferencialmente dirigidos a crianças entre os 4 e os 12 anos de idade e permitem fazer jogos e outras actividades lúdicas sobre a exposição, a Carris e a cidade de Lisboa, entre outros temas.

    O número máximo de participantes é de 30 crianças.
    Para mais informações, aceder ao sítio do Museu da Carris.

  • 16.03.2011
    Porto dos Museus
    Colóquio “NOS CEM ANOS DA REFORMA. O QUOTIDIANO NA ESCOLA REPUBLICANA”

    coloquio_lrg
    24 de Março de 2011 | Palácio Valadares (Lisboa, Largo do Carmo).
    Entrada livre

    Organização: Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República

    Mais informações: http://www.centenariorepublica.pt/conteudo/coloquionoscemanosdareforma

  • 16.03.2011
    Time-Out
    Abram alas para a Monstra

    monstra01
    A oferta volta a ser avassaladora, como é apanágio da Monstra – Festival de Animação de Lisboa, mas Luís Salvado não temeu o desafio e orienta-o pelas propostas do evento que não deve deixar perder no meio da avalanche.

    Pelas contas de Fernando Galrito, fundador e director artístico da Monstra – Festival de Animação de Lisboa, na 11ª edição do evento, que decorrerá entre segunda e dia 27, serão exibidos exactamente 653 filmes. Ou seja, uma verdadeira avalanche de cinema animado, a que ainda acrescem os habituais workshops com animadores de renome mundial, exposições de luxo, apresentações diversas e espectáculos multimédia, que devolvem a Monstra aos seus primeiros anos, à época em que, pela grande profusão de propostas, se descrevia como um evento “para quem tem mais olhos que barriga”.

    Com os cerca de 15 mil espectadores conquistados em 2010 (mais um terço do que no ano anterior), a Monstra parece apostada em manter-se como um dos grandes eventos culturais da cidade e isso nota-se até pela diversidade de sítios em que ocorre: além do cinema São Jorge, o evento espalha-se pelo Cinema City Alvalade, Teatro Meridional, Museu da Marioneta, Museu de Etnologia, Escola Secundária D. Dinis e Fnac Chiado.

    Jacques Drouin
    Um dos cineastas mais importantes e singulares do actual cinema animado é o francês Jacques Drouin, que faz filmes espantosos com a invulgar e morosa técnica do ecrã de alfinetes. Sim, ele anima através da manipulação de milhares de alfinetes, criando imagens através do respectivo contaste de luz e sombra. O artista estará em Portugal para apresentar a sua obra completa (a 25 de Março, na Fundação Calouste Gulbenkian, às 19.00 e às 21.00) e fazer uma masterclass imperdível no dia 23 às 15.30, no São Jorge.

    Chico & Rita
    De dois em dois anos, a Monstra tem uma competição de longas-metragens. Em 2011, há oito filmes em competição, de oito países diferentes. E se o japonês Summer Wars ou o chinês Piercing 1 merecem um visionamento atento, o grande destaque aqui vai para a fábula musical Chico & Rita, assinada pelo espanhol Fernando Trueba (oscarizado por Belle Époque) e com grafismo de Mariscal. Para ver dia 24, às 22.30, no São Jorge.

    A República em animação
    monstra02
    Foi o grande projecto lançado na Monstra 2010 e o seu resultado final será exibido na sessão de encerramento da Monstra 2011: o Mix República é um filme animado feito em todo o país, com várias técnicas de animação e no formato semelhante ao de um telejornal. O objectivo foi aliar a celebração do centenário da República com a divulgação do cinema animado, levando formadores especializados a 36 municípios para ensinar a fazer cinema de animação a pessoas de todas as idades. Para ver a 26 de Março, pelas 21.30, no São Jorge.

    Meu vizinho Totoro
    Por incrível que possa parecer a qualquer país civilizado, a primeira película de Hayao Miyazaki estreada em cinema em Portugal foi A Princesa Mononoke no ano 2000. Para colmatar essa falha, a Monstra exibe alguns dos seus filmes anteriores pela primeira vez em grande ecrã no nosso país, nomeadamente os incontornáveis Laputa – Castle in the Sky (dia 25), Porco Rosso (dia 24) e, o mais belo e popular de todos, a obra-prima Meu Vizinho Totoro (dia 26). Sempre no Cinema City Classic Alvalade, às 21.45, poderão ainda ser vistos outros filmes do Estúdio Ghibli, The Cat Returns (dia 23) e Tales from Eartshea (dia 27).

    Michael Dudok de Wit
    É porventura o mais importante animador holandês da actualidade e um dos homenageados principais da Monstra deste ano. Michael Dudok De Wit tem um conjunto de filmes de desenho animado singulares de simplicidade, riqueza e poesia, de onde se destaca o oscarizado Father and Daughter. A não perder segunda, no São Jorge, às 21.30.
    terça-feira, 15 de Março de 2011.

  • 15.03.2011
    Portal das Crianças
    Como era ser criança há 100 anos?

    portaldecriancas
    Como era ser criança há 100 anos? Como eram os brinquedos? Por que livros se estudava? E como se entretinham os mais novos? Canções e brincadeiras de há 100 anos, com advinhas, histórias e lenga-lengas que há um século faziam parte da vida quotidiana dos mais pequenos podem agora ser encontradas no sítio na Web República das Crianças.

    Este sítio pretende dar a conhecer como era ser criança no tempo da I República e mostra não só o ambiente nas escolas e os manuais de há 100 anos, como muitos outros aspectos da vida quotidiana.

    Dê uma espreitadela em: criancas.centenariorepublica.pt

  • 14.03.2011
    Rádio Condestável
    PROENÇA-A-NOVA – “Monarquia do Norte”

    moarquinonorteradio
    Integrado nas comemorações locais do centenário da república, o Agrupamento de Escola de Proença-a-Nova tem vindo a realizar desde o mês de Outubro de 2010 um conjunto de iniciativas para assinalar a efeméride. No final da passada semana, ao abrigo da exposição “Imagens da República na Beira Baixa”, teve lugar no Auditório Municipal de Proença o início de um ciclo de conferências que se vai prolongar por todo este mês de Março.

    Esta exposição “pretende ser um espelho histórico com peças originais que falam da região”, como referiu a bibliotecária do AEPN e professora de História, Isabel Garcia. São livros, cartas, selos, postais, gravuras e muitos outros documentos que levam o visitante numa viagem histórica foram reunidos ao longo de anos pelo filatelista Pedro Marçal Vaz Pereira. “Uma pequena parte era do espólio do meu bisavô, Abílio Marçal, e foi o que me despertou a curiosidade para ir à procura das outras coisas”, explica. “Cerca de dois terços dos objectos fui eu que comprei, em leilões filatélicos.”

    É a partir das peças, arrumadas por temas e organizadas cronologicamente, que é contada a história da vida política, social e económica desse período.

    Quanto à conferência sobre a "Monarquia do Norte", Isabel Garcia enquadrou a sua importância para os alunos. “O objectivo é pedagógico e pretende-se que estas temáticas fiquem nas suas memórias”.

    Destaque ainda para outras duas conferências que se irão realizar. Assim, dia 21 de Março o professor doutor Luís Farinha irá falar sobre “Sete quadros de uma república. Arcaísmo e Modernidade face a face. No dia 31 o professor doutor Luís dos Reis Torgal  falará sobre “A Primeira República Portuguesa e o seu centenário”. Em Maio tem lugar uma tertúlia.

    Estas iniciativas acontecem numa parceria entre o município de Proença e o AEPN. João Paulo Catarino, presidente da autarquia proencense destacou a importância desta colaboração acrescentando que “é muito mais fácil construir mais e melhor quando o fazemos em conjunto”.

    Foram ainda reunidos os materiais produzidos pelo projecto BioAromas no âmbito do centenário da República – o “chá da República”, bolachinhas com as cores da bandeira e os “apontamentos da República” -, assim como marcadores feitos pelos alunos da Escola Pedro da Fonseca. 

  • 14.03.2011
    Fórum Estudante
    Exposição Educar. Educação para todos. Ensino na I Republica

    educarforumestudante
    De 16 de Fevereiro a 30 de Junho de 2011 poderás visitar a exposição Educar. Educação para Todos. Ensino na I República, no Palácio Valadares em Lisboa.

    Organizada pela Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República com o apoio da Parque Escolar, a exposição inaugurada no dia 16 de Fevereiro contou com a participação da Ministra da Educação, Dr.ª Isabel Alçada.

    Com o principal intuito de dar conhecer a importância da obra republicana no ensino, pretende-se divulgar junto de um público, que poderá ir dos 8 aos 80, a dimensão educativa do regime republicano. Pretende-se recuperar a memória da antiga escola e da educação republicanas, despertando um interesse pelo património educativo.
     
    No decorrer desta exposição poderás ficar a conhecer como era a escola do tempo dos teus avós, perceber que raparigas e rapazes não andavam juntos na escola e ver, em tamanho real, uma sala de aula da altura. Se tens curiosidade em saber como eram os livros da primeira republica terás oportunidade de o fazer, mas em formato digital.

    A exposição decorre ao longo de 11 salas onde os visitantes dispõem de vários espaços multimédia, equipamentos interactivos e muitas curiosidades.
     
    Poderás visitar a exposição todos os dias das 10h00 às 18h00 e a entrada é livre.
    Para marcações de visitas guiadas liga o 21 340 55 00 ou envia um email para marcarvisitas@centenariorepublica.pt

    SOFIA PIRES

  • 14.03.2011
    Rostos.pt
    Passeio pelo Património. Do Barreiro ao Museu Nacional do Teatro

    teatrorostos
    Março é o mês do Teatro. Deste modo, no próximo dia 26, sábado, tem lugar o ‘Passeio pelo Património’ ao Museu Nacional do Teatro para ver a exposição A República foi ao Teatro. Esta mostra contou com o apoio da Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República.

    As inscrições decorrem de 21 a 25 de Março, período em que os interessados devem fazer o pagamento referente ao autocarro, no valor de 4 euros, uma vez que a entrada para o Museu é gratuita.

    No dia 26 de Março, o encontro está marcado para as 14h00, na paragem de autocarro, junto à Estátua Alfredo da Silva e o regresso está previsto para as 18h00.

    As inscrições devem ser feitas através do contacto: 21 214 74 00.

  • 12.03.2011
    JL
    Fernando Galrito. Animação fora da tela.

    monstraJL
    O público vai ser convidado a fazer o filme de abertura do Monstra 2011, festival de cinema de animação, que decorre no Cinema São Jorge, de 21 a 27 de março. O projeto é de uma dupla do Japão, que, juntamente com a Holanda, é o país convidado deste ano. Em concurso estarão oito longas-metragens e, entre sessões, workshops e masterclassses, o festival espera aumentar o seu público. O JL falou com o diretor, Fernando Galrito, que promete animar a cidade.

    JL: Colocam como objetivo levar o Monstra a mais de 32 mil pessoas. Numa época de crise, como é que isso se faz?
    Fernando Galrito:
    Apresentando um programa aliciante, que consiga abarcar todas as faixas de público. Percebe-se logo pelos países convidados. A Holanda tem uma produção de grande qualidade, que já ganhou alguns oscars. O Japão, em que fazemos um encontro entre gerações, com um grande estúdio de cinema, que é o Ghibi, com a estreia em Portugal de duas longas-metragens de Miyazaki (o autor de A Ciagem de Chihiro). Assim como os oito filmes em competição, que podem interessar a todo o tipo de público.

    Mas vão literalmente ao encontro do público...
    Sim, há um grupo japonês que vai fazer um workshop de rua. Estarão sábado, dia 19, às 18 horas, no Jardim da Estrela e à noite no Bairro Alto. Vamos munir 150 pessoas com uma lanterna colorida e, usando um software específico, vamos fazer todos um filme de animação, que depois será exibido na abertura do festival. É uma forma de viver por dentro a magia da animação. Um dos nossos slogans é "a animação para além do ecrã"

    Procuram novos fronteiras?
    Há um conjunto de formações que podem interessar tanto às pessoas da animação, como às das artes ou até de outras áreas. Por exemplo, vamos ter uma masterclass de Georges Sifianos que interessará particularmente a pessoas ligadas à arqueologia. Ele vai falar dos baixos relevos que encontrou no Pantheon da Grécia que sugerem uma relação de desconstrução do movimento. A partir dali, fez uma animação. E através duma pontuação encontrada no local construiu a banda sonora. O ano passado Portugal foi o pais tema. Este ano de que forma a animação portuguesa está representada? Temos a exposição de Dodu, de José Miguel Ribeiro, já em exibição no Museu da Marioneta; outra comemorativa dos 20 anos da Animamostra, que é a mais antiga produtora portuguesa, que tanto faz filmes de autor como séries. E ainda a competição de estudantes, que além das escolas portuguesas, recebemos alguns trabalhos vindos de portugueses que estudam em escolas estrangeiras.

    Também haverá um espaço próprio dedicado aos mais novos. Quais as novidades do Monstrinha?
    Achamos que devemos criar hábitos nos mais novos desde cedo. Além dos programas que compomos para os diversos grupos etários, realizamos alguns workshops. Decorre ainda até ao final de Junho, com o apoio da Comissão para as Comemorações do Centenário da República, um conjunto de 40 workshops por todo o país.

    MANUEL HALPERN

  • 11.03.2011
    Jornal Diário
    Arquivo Teófilo Braga regressa a Ponta Delgada

    O Arquivo – regressado no quadro das Comemorações do Centenário da República levadas a efeito nos Açores pelo Governo Regional – faz parte integrante do espólio de Teófilo Braga, adquirido aos seus herdeiros pela Junta Geral do Distrito Autónomo de Ponta Delgada em 1928 e desde então à guarda da Biblioteca Pública e Arquivo Regional de Ponta Delgada.

    Após diligências efectuadas pelo Governo dos Açores, através da Direcção Regional da Cultura, no passado dia 7 de Janeiro, regressou à Biblioteca Pública e Arquivo Regional de Ponta Delgada o Arquivo Teófilo Braga. Este importante núcleo documental, cedido ao abrigo de um protocolo celebrado em Maio de 2004, ao Museu da Presidência da República, com o intuito de se proceder ao seu tratamento documental, no qual se incluiu a limpeza, o acondicionamento e a descrição, numa aplicação informática, dos 22.436 documentos que compõem o Arquivo Teófilo Braga, bem como a sua correspondente digitalização, num total de 84.096 imagens. Teófilo Braga nasceu em Ponta Delgada a 24 de Fevereiro de 1843. Professor universitário, investigador erudito e escritor, foi um dos principais ideólogos do republicanismo em Portugal e figura de referência do Partido Republicano, tendo presidido, a convite de Afonso Costa, ao governo provisório subsequente à implantação da República (5 Outubro 1910 a 3 Março 1911). O Arquivo – regressado no quadro das Comemorações do Centenário da República levadas a efeito nos Açores pelo Governo Regional – faz parte integrante do espólio de Teófilo Braga, adquirido aos seus herdeiros pela Junta Geral do Distrito Autónomo de Ponta Delgada em 1928 e desde então à guarda da Biblioteca Pública e Arquivo Regional de Ponta Delgada.

    O espólio compreende, além do Arquivo, a Biblioteca particular de Teófilo Braga, composta por cerca de 10.000 volumes, cujo tratamento documental foi efectuado pelos bibliotecários da Biblioteca Pública e Arquivo Regional de Ponta Delgada.
    Este importante acervo documental, conforme refere a acta da sessão da Comissão Administrativa da Junta Geral, datada de 19 de Junho de 1928, compreende as seguintes tipologias documentais: “(…) livraria e todos ao papeis considerados de valor literario (manuscritos, apontamentos e cartas) pertencentes ao eminente professor Senhor Doutor Teofilo Braga, incluindo os direitos de autor das suas obras (…)” .

    Procurando homenagear a memória deste ilustre erudito micaelense, a Biblioteca Pública e Arquivo Regional de Ponta Delgada – no quadro das Comemorações do Centenário da República promovidas pela Presidência do Governo Regional dos Açores através da Direcção Regional da Cultura – inaugurará no próximo dia 25 de Março nas suas instalações uma Sala dedicada à vida e obra de Teófilo Braga.

  • 09.03.2011
    Diário As Beiras
    ESEC comemora centenário da República Portuguesa

    Os alunos do 2.° ano do curso de Arte e Design da Escola Superior de Educação de Coimbra inauguram hoje, às 17H00 , na Galeria Ferrer Correia da Casa Municipal da Cultura a exposição "A REPÚBLICA EM 30x25mm - SELOS PARA A REPÚBLICA". Este é um projeto que pretende comemorar o centenário da República Portuguesa através do desenho de uma coleção de quatro selos. Os trabalhos apresentados incluem desenhos pessoais, e incursões sobre o tema da República.