Recortes de Imprensa

  • 14.12.2010
    Correio do Minho
    Universidades assinalam centenário da República

    O ressurgimento dos ideais democráticos em países como o Brasil e os Estados Unidos da América foi o mote para a abertura da III Jornada do Simpósio Internacional que tem como tema “Da República ao 25 de Abril: Miragens do Império”, e que decorreu durante o dia de ontem na Universidade do Minho (UM) em Braga.

    Um encontro que juntou representantes das universidades de Ohio (nos Estados Unidos da América) e de São Paulo (no Brasil). “Este é um espécie de colóquio nómada. Em Setembro estivemos em São Paulo, no Brasil, em Novembro fomos até Ohio, nos Estados Unidos, e agora viemos até Braga”, explicou ao ‘Correio do Minho’ (CM) Sérgio Sousa, da Comissão Organizadora.

    O objectivo principal, acrescentou Sérgio Sousa, foi o de “reflectir sobre a noção de império e de colonialismo e de compaginar esses conceitos com o de República, que está a assinalar 100 anos em Portugal.”
    O encontro faz parte, aliás, das comemorações oficiais do centenário da I República Portuguesa.
    Durante o seminário, Paulo Motta Oliveira, da Universidade de São Paulo, abordou a temática da escravatura durante o imperialismo português.

    Já Jaime Costa, da UM, abordou o conceito de democracia/república na sociedade norte-americana dos séculos XVIII e XIX:
    Durante a tarde foram abordados temas como “A República, os Intelectuais e a Literatura”, “O Imperalismo Autoritário de Basílio Teles”, “As Nostalgias Imperiais nas Memórias de Manuel de Oliveira Lima” e “Socialismos e Republicanismos: Confrontos e Aproximações.”
    O seminário é organizado pelos departamentos de Filosofia e de Estudos Portugueses e Lusófonos da Universidade do Minho.

    11-12-2010

     

  • 10.12.2010
    Visão - Sete
    Manuel Teixeira Gomes. O Escritor, O Viajante, O Político. As gentes e os lugares do Porto de finais do século XIX.

    As comemorações do centenário da República deram o mote a esta exposição, em que se evoca o portimonense, que foi Presidente da República entre 1923 e 1925.

    A política, porém, será a faceta menos importante de um homem que, acima de tudo, amou as letras e as viagens.

    O desencanto com a política percebe-se na exposição: «Enquanto certos políticos teimarem em pensar com o estômago e digerir com os miolos isto não tem conserto possível», disse poucos dias antes de se demitir de PR.

    A mostra centra-se no Porto de 1881 a 1884, os anos em que Teixeira Gomes viveu na cidade e colaborou com jornais como O Primeiro de Janeiros ou Folha Nova. Através dos escritos que deixou mostra-se a cidade de então. As personalidades com que privou, como Antero de Quental, Oliveira Martins, Soares dos Reis, entre outras figuras do Centro Artístico Portuense. Ou as que via passar, como Camilo Castelo Branco.

    Por ver-se ainda a faceta de colecionador de Teixeira Gomes: objetos orientais, esculturas de pequena dimensão, para além de condecorações que recebeu enquanto PR ou como ministro plenipotenciário de Portugal em Inglaterra.

    Joana Fillol

  • 10.12.2010
    Ensino Magazine
    Imagens da República

    imagens_republica
    O Projecto Imagens da República, promovido através de uma parceria entre o Curso Superior de Fotografia do Instituto Politécnico de Tomar e a Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República teve o seu início no passado dia 29 de Outubro.

    O projecto vai percorrer várias cidades do país, as regiões autónomas da Madeira e Açores, e pretende ser “uma aventura única” dedicada à fotografia, nas comemorações dos 100 anos da República, como salientou a comissária Fernanda Rollo.

    As abordagens de cada workshop serão variadas, consoante o orientador. “O projecto é muito flexível” e “não tem propriamente um centro geográfico”, explicou António Martiniano Ventura, professor do Curso Superior de Fotografia do Instituto Politécnico de Tomar.

    José Nuno Lamas que, em conjunto com Valter Ventura, irá desenvolver o workshop relativo ao distrito de Faro (dias 19, 20 e 21 de Novembro) escolheu a ideia das barricadas. “A barricada fecha a rua mas abre o caminho” é o título da oficina que ambos vão orientar durante três dias, na Casa das Artes de Tavira, onde decorrerá também uma conferencia, a cargo de Nuno Faria.

    No total, para este projecto foram convidadas 40 pessoas, especialistas na área da fotografia, autores da área das artes plásticas e também do fotojornalismo.

    A participação nos workshops é gratuita, bastando para o efeito que cada um se inscreva, através do portal www.imagensdarepublica.ipt.pt

    No portal, onde se encontram as informações relativas a este projecto, irá poder ver-se no final o resultado de todos os workshops que se irão desenvolver de Outubro a Dezembro de 2010 pelo país.

    “O produto final será o somatório do que ainda vai acontecer. Vamos criar algo de novo” em torno da ideia da República, sublinhou António Martiniano Ventura.

    05-11-2010
     

  • 09.12.2010
    Alentejo Popular
    Aljustrel | Beja Republicana

    O livro «Beja Republicana», que relata como era a vida na capital do distrito entre 1910 e 1926, do historiador Constantino Piçarra, é apresentada, no próximo sábado, em Aljustrel.
    A apresentação realiza-se durante a actividade cultural «Encontro com a Escrita» da Biblioteca Municipal de Aljustrel.
    A obra de Constantino Piçarra, natural de Vila de Frades (Vidigueira), compila suplementos publicados no jornal «Diário do Alentejo» que mostram a realidade do quotidiano de Beja durante a I República.

    09-12-2010

  • 09.12.2010
    Diário da Cidade
    O cinema em Lisboa no início do século XX

    cinema_diariocidade

    Um projetor Lumière e um álbum com fotogramas que os projecionistas contrabandeavam dos cinemas lisboetas são algumas das preciosidades da exposição "Cinema em Portugal - Os Primeiros Anos", que é inaugura na quinta-feira em Lisboa.

    A exposição, que só abrirá ao público amanhã no Museu da Ciência da Universidade de Lisboa, é organizada pela Cinemateca Portuguesa com o apoio da Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República.

    Até 29 de Maio de 2011, a exposição apresenta 300 objetos e documentos das coleções da Cinemateca que contam a história do cinema exibido em Portugal entre finais do século XIX e a década de 1930.

    "Interessa a quem gosta de cinema, a quem é espetador, porque pode ver a História de Portugal através da história do cinema que era exibido e feito", explicou à agência Lusa, Tiago Baptista, um dos responsáveis pela mostra.

    Em exposição estarão fotografias de atores e atrizes, de rodagens de filmes, cartazes de cinema, câmaras de filmar, projetores, máquinas de cinema amador, exemplares de revistas, uma réplica de um kinetoscópio de Edison, com um filme mudo em película.

    Tiago Baptista deu destaque a um projetor Lumière, um dos raros que existe no mundo, de finais do século XIX, e a um álbum de pontos ou fotogramas, imagens que foram cortadas de filmes em película pelos projecionistas e que eram vendidas em Lisboa como se fossem cromos de uma caderneta.

    O álbum que estará na exposição era de um colecionador desses fotogramas, grande parte deles de atores, atrizes e inter-títulos dos filmes mudos.

    Um dos núcleos apresenta uma réplica de uma sala de cinema dos anos 1920 e 1930 na qual serão exibidos filmes mudos portugueses, desde "Os crimes de Diogo Alves" (1911), de João Tavares, até "Douro, faina fluvial" (1931), de Manoel de Oliveira.

    09-12-2010

  • 09.12.2010
    O Primeiro de Janeiro
    A exposição «Cinema em Portugal - Os Primeiros Anos», que é inaugurada hoje em Lisboa pela ministra Gabriela Canavilhas

    cinem_primeirojaneiro
    Um projetor Lumière e um álbum com fotogramas que os projecionistas contrabandeavam do cinemas lisboetas são algumas das preciosidades da exposição «Cinema em Portugal - Os Primeiros Anos», que é inaugura hoje em Lisboa.

    A exposição, que só abre ao público amanhã no Museu da Ciência da Universidade de Lisboa, é organizada pela Cinemateca Portuguesa com o apoio da Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República.

    Até 29 de maio de 2011, a exposição apresenta 300 objetos e documentos das coleções da Cinemateca que contam a história do cinema exibido em Portugal entre finais do século XIX e a década de 1930.

    "Interessa a quem gosta de cinema, a quem é espetador, porque pode ver a História de Portugal através da história do cinema que era exibido e feito", explicou Tiago Baptista, um dos responsáveis pela mostra.

    Em exposição estarão fotografias de atores e atrizes, de rodagens de filmes, cartazes de cinema, câmaras de filmar, projetores, máquinas de cinema amador, exemplares de revistas, uma réplica de um kinetoscópio de Edison, com um filme mudo em película.
    Tiago Baptista deu destaque a um projetor Lumière, um dos raros que existe no mundo, de finais do século XIX, e a um álbum de pontos ou fotogramas, imagens que foram cortadas de filmes em película pelos projecionistas e que eram vendidas em Lisboa como se fossem cromos de uma caderneta.

    O álbum que estará na exposição era de um colecionador desses fotogramas, grande parte deles de atores, atrizes e inter-títulos dos filmes mudos.

    Um dos núcleos apresenta uma réplica de uma sala de cinema dos anos 1920 e 1930 na qual serão exibidos filmes mudos portugueses, desde «Os crimes de Diogo Alves» (1911), de João Tavares, até «Douro, faina fluvial» (1931), de Manoel de Oliveira.

    O realizador português, que celebra 102 anos no sábado, terá um núcleo dedicado precisamente à curta-metragem «Douro, faina fluvial», com fotografias da rodagem do filme e revistas da época com artigos que referiam o documentário.

    Na mostra haverá ainda documentos que remontam para os primórdios do que é hoje o «merchandising» do cinema, uma reconstituição de um estúdio de cinema da época e um mapa de Portugal a assinalar os locais onde nos anos 1920 e 1930 havia salas de cinema.
    A inauguração da exposição está marcada para as 19h00 com a presença da ministra da Cultura, Gabriela Canavilhas.

    09-12-2010

  • 09.12.2010
    tvi24
    Exposição: como era ir ao cinema em Portugal no começo do século XX. Mostra estará patente em Lisboa até final de Maio de 2011

    Um projetor Lumière e um álbum com fotogramas que os projeccionistas contrabandeavam dos cinemas lisboetas são algumas das preciosidades da exposição «Cinema em Portugal - Os Primeiros Anos», que é inaugura esta quinta-feira em Lisboa.

    A exposição, que só abrirá ao público na sexta-feira no Museu da Ciência da Universidade de Lisboa, é organizada pela Cinemateca Portuguesa com o apoio da Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República.

    Até 29 de Maio de 2011, a exposição apresenta 300 objectos e documentos das colecções da Cinemateca que contam a história do cinema exibido em Portugal entre finais do século XIX e a década de 1930.

    «Interessa a quem gosta de cinema, a quem é espectador, porque pode ver a História de Portugal através da história do cinema que era exibido e feito», explicou à agência Lusa, Tiago Baptista, um dos responsáveis pela mostra.

    Em exposição estarão fotografias de actores e actrizes, de rodagens de filmes, cartazes de cinema, câmaras de filmar, projectores, máquinas de cinema amador, exemplares de revistas ou uma réplica de um kinetoscópio de Edison, com um filme mudo em película.

    Tiago Baptista deu destaque a um projector Lumière, um dos raros que existem no mundo, de finais do século XIX, e a um álbum de pontos ou fotogramas, imagens que foram cortadas de filmes em película pelos projeccionistas e que eram vendidas em Lisboa como se fossem cromos de uma caderneta.

    O álbum que estará na exposição era de um coleccionador desses fotogramas, grande parte deles de actores, actrizes e inter-títulos dos filmes mudos.

    Um dos núcleos apresenta uma réplica de uma sala de cinema dos anos 1920 e 1930 na qual serão exibidos filmes mudos portugueses, desde «Os crimes de Diogo Alves» (1911), de João Tavares, até «Douro, Faina Fluvial» (1931), de Manoel de Oliveira.

    O realizador português, que celebra 102 anos no sábado, terá um núcleo dedicado precisamente à curta-metragem «Douro, Faina Fluvial», com fotografias da rodagem do filme e revistas da época com artigos que referiam o documentário.

    Na mostra haverá ainda documentos que remontam para os primórdios do que é hoje o «merchandising» do cinema, uma reconstituição de um estúdio de cinema da época e um mapa de Portugal a assinalar os locais onde nos anos 1920 e 1930 havia salas de cinema.

    A inauguração da exposição «Cinema em Portugal - Os Primeiros Anos» está marcada para as 19h00 desta quinta-feira com a presença da ministra da Cultura, Gabriela Canavilhas.

    09-12-2010

  • 09.12.2010
    Jornal de Notícias
    Exposição - Os primeiros anos da Sétima Arte em Portugal

    cinema_JNA sala de exposições temporárias do Museu de Ciência da Universidade de Lisboa acolhe, a partir de hoje, a exposição "Cinema em Portugal: os primeiros anos".

    Comissariada por Teresa Barreto Borges, Teresa Parreia e Tiago Baptista, e organizada no âmbito de uma parceria entre a Cinemateca Portuguesa e a Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República, a mostra pretende dar a conhecer os primeiros passos e a evolução da Sétima Arte no nosso país.

    Dividida em seis núcleos - Primórdios e pioneiros. Estúdios e rodagens; Exibição: salas e públicos; Cinefilia: filmes e géneros; Cinema em casa; Cinema Sonoro e Cronologia comparada - a exposição integra filmes, documentos e equipamentos que retratam a génese do cinema em Portugal. Os primeiros estúdios, rodagens, o público ou os actores são alguns dos temas abordados.

    A exposição, patente até Março de 2011, está aberta ao público de terça a sexta-feira, das 10 às 17 horas, e sábado e domingo, das 11 às 18 horas.

    09-12-2010

  • 09.12.2010
    DN Artes
    Como se ia ao cinema em Portugal no início do século XX

    Exposição 'Cinema em Portugal - Os Primeiros Anos' é inaugurada amanhã no Museu da Ciência da Universidade de Lisboa
    cinema_DNartes

    Um projector Lumière e um álbum com fotogramas que os projeccionistas contrabandeavam dos cinemas lisboetas e vendiam como se fossem cromos são algumas das preciosidades da exposição "Cinema em Portugal - Os Primeiros Anos", que abre amanhã no Museu da Ciência da Universidade de Lisboa. A exposição é organizada pela Cinemateca Portuguesa, com o apoio da Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República.

    Até 29 de Maio de 2011, a mostra apresenta 300 objectos e documentos das colecções da Cinemateca que contam a história do cinema exibido em Portugal entre finais do século XIX e a década de 30. Em exposição estarão fotografias de actores e actrizes, de rodagens, cartazes de cinema, câmaras de filmar, projectores, máquinas de cinema amador, revistas, ou uma réplica de um kinetoscópio de Edison, com um filme mudo em película. Um dos núcleos recria uma sala de cinema dos anos 20 e 30 na qual serão exibidos filmes mudos portugueses, de Os Crimes de Diogo Alves (1911), de João Tavares, até Douro, Faina Fluvial (1931), de Manoel de Oliveira.

    O realizador português terá um núcleo dedicado precisamente a esta curta-metragem, com fotos da rodagem e revistas da época com artigos sobre o documentário. Na mostra haverá ainda documentos dos primórdios do que é hoje o merchandising do cinema, uma reconstituição de um estúdio de cinema da época e um mapa de Portugal com os locais onde nos anos 20 e 30 havia salas de cinema.

    09-12-2010

  • 09.12.2010
    Rádio Pax
    Imagens da República em Beja

    imagens_rep

    O Curso Superior de Fotografia da Escola Superior de Tecnologia do Instituto Politécnico de Tomar, em colaboração com a Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República, está a desenvolver em todo o país workshops de fotografia, associados a seminários livres.

    “As Imagens da República” é o lema do projecto que “agindo criativamente através da reflexão e produção fotográfica, pretende promover um pensamento crítico sobre a ideia e os ideais da República”, realça o Politécnico de Tomar.

    Cármen de Almeida é a conferencista convidada para Beja e vai hoje falar sobre “A Imprensa Alentejana e a Fotografia nos Alvores da República”.

    A Conferência tem lugar às 18 horas no Instituto Politécnico de Beja. A entrada é livre.
    Antes tem lugar a apresentação e discussão do trabalho já realizado no workshop orientado pelo fotógrafo António Carrapato.

    09-12-2010