Recortes de Imprensa

  • 23.12.2010
    Lifecooler
    «Cinema em Portugal: os primeiros anos»

    Museus da Politécnica
    De: 2010-12-23 a 2011-05-29
    Horários: Todos os dias

    Enquadrada numa parceria com a Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República e a Cinemateca Portuguesa - Museu do Cinema, o Museu de Ciência da Universidade de Lisboa abriu ao público a exposição Cinema em Portugal: os primeiros anos.

    Das primeiras imagens em movimento aos alvores do cinema sonoro, a exposição percorre as primeiras décadas do cinema em Portugal, recordando a evolução da técnica e tecnologia envolvidas durante a I República. Dos primeiros espectáculos e primeiros filmes aos estúdios e rodagens, passando pelas salas e públicos e estrelas de cinema, sem esquecer os coleccionadores, mostram-se equipamentos, documentos e filmes, que são um testemunho, em Portugal, do nascimento fulgurante desta arte de multidões e da invenção de uma nova indústria no virar do século.

    Esta exposição pretende também ser um estímulo ao fomento de uma cultura histórica de base científica, um excelente ponto de partida para a divulgação da ciência e do seu impacto nas sociedades.

    Endereço: Rua da Escola Politécnica 60, 1250-102 LISBOA
    Concelho: Lisboa
    Distrito: Lisboa

    23-12-2010 

  • 23.12.2010
    Jornal de Negócios
    Exposição Cinema em Portugal

    cinema_JN
    A mostra "Cinema em Portugal" está até 29 de Maio de 2011 no espaço Museus da Politécnica

    Das primeiras imagens em movimento aos alvores do cinema sonoro, a exposições "Cinema em Portugal: os primeiros anos" percorre as primeiras décadas do cinema no País. É uma parceria entre a Comissão  Nacional para as Comemorações do Centenário da República, a Cinemateca e o Museu de Ciência da UL.

    23-12-2010

  • 22.12.2010
    Time Out
    EXPOSIÇÕES

    TIME OUT - EXPOSIÇÕES

    2010 foi o ano em que os portugueses comemoraram 100 anos da República e as manifestações foram mais do que muitas no campo das exposições. Na nossa memória ficaram três por motivos diferentes. A tentativa da exposição “Viva a República” de cobrir mais de 100 anos de história com simulações de ruas e praças, filmes de época, fotografias e recortes de jornais, em cerca de 400 metros da Cordoaria Nacional foram uma aposta ganha. Com “Portugal nas Trincheiras” – a I Guerra da República”, o Museu da Presidência colocou a ênfase no primeiro grande teste que a I República enfrentou. Realce ainda para a curiosa exposições dos carros dos presidentes no Museu da Electricidade.

  • 21.12.2010
    pportodosmuseus.pt
    Exposição “A I República no Concelho da Sertã“

    serta 2010

    Inaugura a 22 de Dezembro pelas 17h00 no Museu de Francisco Tavares Proença Júnior a exposição A I República no Concelho da Sertã integrada nas comemorações do Centenário do Museu.

    Esta exposição visa ilustrar, através de fotografias e textos da época, a situação vivida no Concelho da Sertã no período que antecedeu e procedeu o 5 de Outubro de 1910. É complementada com a projecção de um vídeo de divulgação do património Concelho da Sertã.
    Estará patente ao público até dia 23 de Janeiro de 2011.

  • 21.12.2010
    A União
    NO MUSEU DE ANGRA "A República: Ideias e Valores" em exposição

    A exposição itinerante A República: Ideias e Valores, promovida pela Presidência do Governo Regional, através da Direcção Regional da Cultura, no âmbito do programa de comemorações do centenário da República, estará patente no Auditório do Museu de Angra, entre hoje a 13 Janeiro.

    Esta exposição pretende «realçar ideias e valores que marcaram a I República, embora alguns deles não tenham ido muito além do discurso teórico». Procura igualmente trazer «até ao presente preocupações, atitudes e comportamentos que atravessaram a época, recorrendo sempre que possível a textos da imprensa açoriana para realçar ideais e valores dos intervenientes no nosso processo histórico.»

    Comissariada por Carlos Enes, a mostra esteve já na Escola Básica dos Biscoitos, onde foi inaugurada a 9 de Dezembro. De 14 a 20 de Janeiro, será recebida pela Escola Básica e Secundária Tomás de Borba. Na Praia da Vitória, poderá ser visitada no Auditório do Ramo Grande, de 21 de Janeiro a 7 de Fevereiro.

  • 20.12.2010
    Nova Guarda
    Tertúlia no Museu aborda “As Mulheres e a República”

    Depois de ter sido adiada devido ao mau tempo, está já marcada a nova data para a realização da tertúlia subordinada ao tema “As Mulheres e a República”. Uma iniciativa que irá decorrer no Museu da Guarda na noite da próxima sexta-feira, dia 17, pelas 21 horas.

    As oradoras são Natividade Monteiro e Maria Regina Tavares da Silva, cabendo o trabalho de moderador a João Esteves. A tertúlia é organizada por Helena Carvalhão Buescu e Maria Alexandre Lousada e conta com o apoio da Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República (CNCCR), tal como da Comissão para a Igualdade de Género e do Museu da Guarda, integrando-se nas comemorações do Centenário da República, no eixo República das Letras.

    O tema a abordar relaciona-se também com o da exposição actualmente patente no Museu da Guarda e que ali permanecerá até dia 31 de Dezembro - “Carolina Beatriz Ângelo. Intersecções dos sentidos/palavras, actos e imagens” -, na qual é narrada a história de uma lutadora pela emancipação das mulheres e pela República.

    As oradoras
    Maria Regina Tavares da Silva é licenciada em Filosofia Germânica, com pós-graduação em “English Studies” pela Universidade de Cambridge. Investigadora em Estudos sobre as Mulheres, publicou, entre outras, A Mulher: bibliografia portuguesa anotada (1518-1998), de 1999, obra de referência para a investigação neste domínio; e o primeiro livro sobre “Carolina Beatriz Ângelo (1878-1911), de 2005. É perita e consultora em igualdade de género, em várias organizações internacionais (Conselho da Europa e Nações Unidas). É membro do Comité para a Eliminação da Discriminação contra as Mulheres da ONU, para o qual foi reeleita em 2004.

    Natividade Monteiro, licenciada em História e mestra em Estudos sobre as Mulheres, é professora de História e investigadora de Faces de Eva-Cesnova da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa e do CEMRI-Centro de Estudos das Migrações e Relações Interculturais da Universidade Aberta. É membro dos órgãos sociais da APH - Associação de Professores de História e sócia da APEM – Associação Portuguesa de Estudos sobre as Mulheres. Tem trabalhos publicados em revistas e sites nacionais e estrangeiros sobre temas relevantes para a educação histórica, patrimonial, museológica e artística, assim como recursos educativos inovadores, no âmbito das tecnologias da informação e comunicação. No âmbito dos Estudos sobre as Mulheres, tem publicado livros e artigos e participado em Congressos, Seminários, Encontros e Colóquios sobre feminismo, educação e cidadania na 1ª. República. Tem coordenado exposições e ciclos de conferências dedicados a biografias e percursos de mulheres.

    O moderador
    João Gomes Esteves é licenciado em História pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (1983), mestre em História dos séculos XIX e XX pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa (1988) e professor da Escola EB1 de São Bruno (Caxias). Autor de livros, artigos, biografias, comunicações e conferências sobre o movimento feminista nas primeiras décadas do século XX, foi-lhe atribuído pelas ONG da CIDM, em 1992 e 1998, o Prémio “Mulher Investigação Carolina Michaëlis de Vasconcelos”. Integra o projecto Faces de Eva – Centro de Estudos sobre a Mulher, da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, sendo um dos responsáveis pelo Dicionário no Feminino (séculos XIX e XX); sobre Carolina Beatriz Ângelo tem publicado inúmeros trabalhos de investigação.

    16-12-2010

  • 20.12.2010
    Gazeta das Caldas
    Livro sobre a República para jovens está à venda nos museus

    livro republica

    “Vamos festejar a República no Museu Malhoa” é como se designa o novo livro juvenil que já se encontra à venda nos lojas dos museus do Instituto Português dos Museus e da Conservação. A obra destina-se a jovens a partir dos 12 anos, conta com investigação e texto de Conceição Colaço (técnica do Museu Malhoa) e com ilustração de Sónia Matos, formada na ESAD.

    A publicação, que custa 10 euros, faz parte das Comemorações do Centenário da República 1910-2010,  e integra o programa da Exposição “O Museu José Malhoa. As Caldas e a República”.

    Nele podem ler-se os acontecimentos que decorreram quando foi implantado o regime republicano, dando especial destaque ao que aconteceu nas Caldas. Há também uma parte dedicada ao hino nacional, à bandeira, ao escudo e a vários artistas nacionais e locais. Destaca-se a constituição do próprio espaço museológico, o artista naturalista que lhe dá nome e também um dos mentores da criação do museu, António Montês.

    Nas Caldas “Vamos festejar a República no Museu Malhoa” encontra-se à venda nas lojas dos museus de Cerâmica e de José Malhoa.

    N.N.
    17-12-2010 

  • 20.12.2010
    Ciência Hoje
    Maior estrutura de ensino superior do país comemora centenário

    UP 100 anos

    Maior estrutura de ensino superior do país comemora centenário
    Marques dos Santos e Valente de Oliveira apresentaram programa de comemorações

    José Marques dos Santos, reitor da Universidade do Porto (UP), e Luís Valente de Oliveira, presidente da Comissão de Comemorações do Centenário da instituição, revelaram a vasta lista de momentos que assinalarão um século de história da maior universidade portuguesa, na Casa Andresen, situada no coração do Jardim Botânico do Porto. A escolha não foi aleatória já que o palacete recém-restaurado, e onde o cheiro a tinta ainda é latente, acolherá o primeiro evento da programação: a exposição «A evolução de Darwin», cujo material veio, em parte, da Gulbenkian.

    Com o intuito de homenagear a construção de uma estrutura, não só física, mas também a consolidação de uma tradição académica, a UP apresentou hoje o programa de comemorações para 2011 – ano em que a maior universidade do país celebra o seu centenário. A publicação do decreto que criou a Universidade do Porto foi a 22 de Março de 1911.
    E, não por o Egipto estar na moda, mas porque faz de facto parte da história da universidade, desde que um navio foi avistado no Porto de Leixões, cheio de artigos que facultou a sua troca, uma das exposições que marcarão o centenário será dedicada à arte egípcia, com 101 peças e montada por um especialista na área. “A UP tem colecções que muita gente nem sabe que existem, tem muitos tesouros escondidos”, referiu em tom de brincadeira Luís Valente de Oliveira. Segundo o presidente da comissão, a grande parte do acervo que serás dado a conhecer ao longo do próximo ano, esconde-se na Faculdade de Belas Artes.
    Ainda muitas outras iniciativas irão decorrer ao longo do ano que está mesmo a chegar, como espectáculos musicais, nomeadamente, um concerto no Coliseu do Porto dedicado ao corpo docente e cujo conceito assentará exclusivamente em música erudita portuguesa do século que se apresenta; conferências culturais e científicas; encontros internacionais; competições desportivas e até a gravação de um disco de tunas da universidade, com o registo de temas regionais, baseados na «Antologia do (Im) Possível» e a criação de um Centro de Cultura Financeira, para que "o mundo possa generalizar conceitos", como referiu Luís Valente de Oliveira.

    Com o selo do chefe Hélio Loureiro, bem conhecido por estar a cargo da dieta da selecção nacional de futebol, está prevista a criação de um bolo – o Académico – cuja ambição é tornar-se no pastel da cidade. A iguaria será essencialmente constituída por chocolate preto, cor alusiva às capas dos estudantes universitários.

    Nessa data (22 de Março), mas no ano de 1911, os arquivos e livros da instituição, ladeando docentes, começaram a oferecer uma vasta experiência formativa, ao longo dos anos, e através das suas 14 faculdades. Hoje, a UP é a maior universidade do país, tem mais de 700 cursos de formação e 30 mil estudantes, para além de albergar alunos estrangeiros pelo programa Erasmus e ter grande tradição na investigação científica, em parte difundida através do tecido empresarial.

    Marlene Moura
    16-12-2010

  • 20.12.2010
    http://noticiasdecastelodevide.blogspot.com
    Exposição itinerante " Viva a República!" presente em Castelo de Vide até 4ª feira
    itinerante_castelodevide Exposição itinerante " Viva a República!" presente em Castelo de Vide até 4ª feira

     

  • 18.12.2010
    Planeta Golfe
    Diplomatic Golf Association vence na Quinta do Peru torneio muito singular.

    O golfe é mais antigo em Portugal do que a República. Já em 1907 o rei D. Manuel II jogava no Oporto Golf Club, dando acordo régio à sua prática. Mas é indiscutível que foi a República a proporcionar-lhe maior visibilidade.

    Em 1936 o presidente Carmona inaugurou o campo de Vidago e os dois últimos presidentes, Jorge Sampaio e Cavaco Silva, são praticantes. André Jordan chegou a considerar Sampaio como a pessoa que mais fez pela divulgação do golfe em Portugal, com presenças no Open de Portugal e na Taça do Mundo, enquanto Cavaco Silva tem apoiado um torneio de solidariedade social.

    O golfe não podia, por isso, ausentar-se das comemorações do Centenário da República. Uma cooperação entre a Comissão dos Jogos do Centenário e a OIH levou esta empresa a organizar o único torneio inserido no calendário oficial de eventos comemorativos.

    A Quinta do Peru acolheu 25 equipas no primeiro dia e 30 no segundo, apresentando cada formação quatro jogadores. Houve equipas da FPG, Herdade da Comporta, Turismo de Portugal, Associação de Árbitros (APAG), clubes de golfe de entidades como Parlamentares, Diplomatas, Força Aérea, Exército, Observatório Europeu, Iberland Nato, clubes de golfe tradicionais como Estoril, Miramar e Lisbon, o anfitrião Quinta do Peru e a Vista Alegre que assinou os troféus.

    Rússia, Bélgica, Suíça, República da Coreia, Estónia e Malta participaram com equipas próprias, às quais se somaram quatro da Diplomatic Golf Association (DGA), presidida pelo suíço Rudolf Schaller, que se manifestou "espantado pelo nível da organização", nunca imaginando um evento desta grandeza.

    Os resultados importaram menos, mas ganhou a Equipa-B da DGA, com 27 abaixo do Par (‘net’).
    "De 14 mil a 100 mil praticantes": CARLOS CORTÊS, administrador da Herdade da Comporta
    Correio Sport – A menos de quatro meses da decisão da Ryder Cup Europe sobre 2018 está confiante?
    Carlos Cortês – Portugal é um dos favoritos à vitória depois de ter começado como um ‘outsider’. Estamos na recta final e confiantes na vitória.
    – Por que anunciou o impacto macroeconómico de 550 milhões de euros?
    – Temos de olhar para os recursos escassos e reavaliar os investimentos públicos e privados. Por isso encomendámos o estudo à Deloitte. O retorno da Ryder Cup 2018 em Portugal será três vezes maior do que o do Euro 2004. O investimento do Estado terá um retorno assinalável mesmo sem contar com o retorno intangível.
    – A Federação Portuguesa de Golfe diz que há um plano de fomento associado à candidatura.
    – A Ryder Cup será a alavanca do desenvolvimento do golfe. Passar de 14 mil federados em 2010 para 100 mil praticantes em 2022 é ambicioso mas possível.