Recortes de Imprensa

  • 08.02.2011
    Diário As Beiras
    Pampilhosa Viva a República continua em digressão

    O município de Pampilhosa da Serra acolhe, nos dias 20,21 e 22 de fevereiro, a exposição itinerante "Viva a República! .. em digressão". A exposição, que irá percorrer 150 concelhos de todo o país, é composta por um camião adaptado e por duas tendas de apoio, que abordam de uma forma lúdica todo o processo da Implantação da República. A exposição irá estar disponível ao público em frente aos Paços do Município, entre as 10h00 e as 20h00.

  • 08.02.2011
    Diário de Coimbra
    «Viva a República» ruma à Lousã

    De hoje a quinta-feira, a Lousã recebe a exposição itinerante "Viva a República!... em digressão", no âmbito das comemorações do centenário da República, celebrado no dia 5 de Outubro de 2010.

    Promovida pela Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República, esta será, de acordo com a autarquia, «uma ocasião para evocar as principais aspirações das gerações que se empenharam em promover e realizar as grandes causas do desenvolvimento do país».

    Na exposição, constituída por uma viatura adaptada, complementada com duas tendas, instalada junto ao Cine-Teatro, o visitante é convidado a acompanhar o percurso de evolução do movimento republicano, o processo de implantação da República, assim como os principais contextos e transformações a que esteve associada.

    "Viva a República!... em digressão" arrancou em Setembro do ano passado e vai percorrer cerca de 100 concelhos de todo o país, durante um ano.

  • 06.02.2011
    Diário de Coimbra
    «Mix República» teve lotação máxima

    O workshop "Mix República" cativou 17 mirandenses, a lotacao máxima da oficina, e levou-os a conhecer 0 mundo do cinema de animação a partir da temática da I República.

    Durante dois dias, os 17 inscritos aprenderam técnicas do cinema de animação e exploraram a história da República, a partir do contexto local, na Biblioteca Municipal Miguel Torga e na Loja do Sr. Falcão, no lugar da Pereira, berco da família de um dos mais famosos republicanos, autor da Cartilha do Povo, Jose Falcão.

    "Mix República" é um projecto itinerante que pretende percorrer cerca de 36 municípios portugueses até ao final de 2011.

    Trata-se de uma actividade dirigida ao público em geral e dinamizada por profissionais da área do Cinema de Animação, tendo como formadores Tânia Duarte, licenciada em Design de Comunicação pela Faculdade de Belas Artes do Porto e de Ícaro, professor na Escola Superior Artística do Porto.

    A partir de motivos republicanos locais, como a toponímia, a arquitectura ou aspectos plásticos, as oficinas pretendem realizar pequenos filmes de animação onde se combina o desenho animado com imagens reais, explorando as diversas técnicas do Cinema de Animação.

    Trata-se de um projecto da MONSTRA - Festival de Animacao de Lisboa, co-produzido e apoiado pela Comissao Nacional para as Comemorações do Centenário da República.

  • 04.02.2011
    Diário de Coimbra
    A república e "isso que aí está"

    Encaminham-se para o fim as celebrações relativas ao centenário da implantação da República em Portugal. Várias conclusões se puderam tirar desta efeméride, que alguns viram como campanha cívica e outros analisaram como assunto de morgue. A primeira e mais gratificante conclusão é a de que a República permanece viva nos seus ideias de pluralismo teórico e ideológico, de convívio tolerante, de reivindicação de igualdade perante a lei, de reclamação de maior equidade na distribuição dos rendimentos e de maior civilismo lai-cista na vivência social quotidia- na. Foram estes os valores que os mais humildes puderam saudar e que se demonstraram exuberantemente, em Coimbra, nesse memorável 5 de Outubro de 2010. No espreguiçar de uma tarde cálida, a Praça Velha e a Baixa de Coimbra, com a Praça 8 de Maio apinhada, contemplaram o desfile das mais variadas orga-nizações populares, desde os ranchos folclóricos às bandas de música, sem esquecer as tendas de artesanato e as locandas de comes-e-bebes. Foi uma torrente de Povo, Povo verdadeiro e anónimo, que se juntou à festa e que se sentiu jubilosa. Uma festa deste jaez teria, seguramente, provocado o incómodo (indisfarçável, em certos casos) de certa gente, dita bem-pensante, do burgo conimbricense. E à Pedagogia dos valores houve quem quisesse contrapor a realidade dos factos, insinuando que "a República é isso que aí está". Este juízo comprova, de uma só vez, duas coisas: a pusilanimidade dos que confundem os ideais com a perversão dos mesmos pela natureza humana, e o inconsciente pendor dos depoentes para o sarro do conservadorismo mais cego e mais rasteiro.

    Imaginemos que um convicto defensor do regime republicano pudesse dizer, a esta casta de gente, coisas como estas: a generalidade dos dirigentes históricos do republicanismo em Portugal deu mostras de uma inconcussa probidade; Teófilo Braga utilizava os transportes públicos e rejeitava as demonstrações de faustosa vaidade; Manuel de Arriaga fazia questão de pagar do seu bolso a ocupação do seu domicílio presidencial; Bernardino Machado foi verdadeiramente exemplar, tanto na sua esfera profissional como na sua vida pessoal; José Falcão ensinou a cidadania aos seus concidadãos. Tudo isto, pensaríamos nós, no reduto da nossa ingenuidade, brilha como ouro e como ouro deverá ser conservado. Mas há quem se compraza com os detritos da "História". É tudo uma questão de escolher, confundindo paradigma com perversão. E logo ale- gam o regicídio, de que o Partido Republicano esteve isento. E vem a seguir a instabilidade ministerial, sem se referir que ela apareceu, sobretudo, na ressaca de uma Grande Guerra completamente arrasadora. E metem no mesmo bornal o Pimenta de Castro, o Sidónio Pais e o Oliveira Salazar, como se fossem estes os exemplos mais lúcidos e acabados da mensagem republicana, em vez de terem sido, como foram efectivamente, os falsificadores de todo um trabalho, escorreito e idealista, de honrada propaganda. E tratam de remexer no lixo do passado para concluírem, impávidos mas pouco serenos, que a República é "isso que aí está"...

    Levada a lógica destas especiosas mentes às suas últimas consequências, poderemos entrar no campo do mais completo delírio surrealista. A Igreja Católica é pedófila - houve Cristo, sim, o Doutrinador, mas há que atentar "nessa coisa que aí está". A literatura portuguesa é a Rebelo Pinto, pois ela, a escrevente, é "isso que aí está" e que mais vende, em concreto, nas livrarias. A honradez política - que ainda existe - é uma figura de retórica, porque "isso que aí está" é o "Freeport", as acções do Cavaco e o cheque do Alegre. Estes "intelectuais" não querem que a República seja uma Demopedia em marcha. Querem-na rameira, vulgar e pulha, mas dentro do velho princípio, convenientemente psicanalítico, do "similia similiabus". Há, em tudo isto, um ajuste de contas a fazer. E nem sequer serão os republicanos sinceros, intransigentemente aferrados aos princípios fundamentais, a pedirem a satisfação da factura. Quem vai proceder ao balanço final será... a História. E ela, segundo cremos, irá dizer isto: "No decurso da efeméride do Centenário da Implantação da República houve gente que se disse republicana, que se confessou democrata, que se apresentou como cultíssima, e que não fez outra coisa senão acutilar, deprimir e vexar - o melhor que soube e pôde-o Republicanismo e a Democracia".

    No dia em que a lógica e a análise possam provar isto, não haverá outra sanção para estes "Catões-de-meia-Ieca" senão a justa punição de uma monumental gargalhada.

     

  • 03.02.2011
    Correio do Minho
    Arquivo Municipal Alfredo Pimenta abre portas ao ensino básico

    O Arquivo Municipal Alfredo Pimenta, em Guimarães, leva a efeito em Fevereiro oficinas destinadas a um público-alvo dos 1º e 2º ciclos do ensino básico. As oficinas compreendem um mínimo de 5 e 15 alunos, respectivamente, com duração de 90 minutos cada.

    A Oficina 1 é subordinada ao tema "Genealogista por um dia", inclui actividade temática no âmbito das profissões relacionadas com o Arquivo. Visa compreender o trabalho do genealogista e a sua ligação aos arquivos, e a importância dos livros do arquivo paroquial para a construção de uma árvore genealógica. Está prevista a realização da árvore genealógica dos participantes.

    A Oficina 2 incide sobre o tema "Vamos espreitar a República", uma actividade no âmbito do 1o Centenário da Implantação da República. Está prevista a concepção livre de uma bandeira para Portugal.

    A Oficina 3 -"O Rosto da República" contempla a concepção livre de uma imagem da República.

     

  • 03.02.2011
    Portal Universia
    Livro da FLAD analisa Repúblicas

    A apresentação do livro Repúblicas em Paralelo: Portugal e Estados Unidos da América, a mais recente obra editada pela Fundação Luso-Americana (FLAD), tem lugar no próximo dia 7 de Fevereiro, segunda-feira, pelas 18h30, na Livraria Almedina no Atrium Saldanha, em Lisboa. 

    Livro analisa as relações entre o Estado e a Religião nas constituições Americana e Portuguesa de 1911
    Esta obra bilingue resulta do colóquio promovido pela FLAD em Maio de 2010, no âmbito das comemorações do Centenário da primeira República em Portugal. Neste encontro foi apresentada e debatida a análise comparativa dos elementos fundadores, inspiradores e característicos das repúblicas portuguesa e americana, e das suas constituições. Esta reflexão encontra-se vertida no livro que analisa, igualmente, as relações entre o Estado e a Religião nas constituições Americana e Portuguesa de 1911.

    O colóquio, com o mesmo título do livro agora publicado, contou com a presença de um conjunto de reconhecidos historiadores cujas intervenções são reunidas nesta obra: Alexander Keyssar, da Universidade de Harvard, Horst Mewes, da Universidade do Colorado - Boulder, António Reis, da Universidade Nova de Lisboa (UNL) e Fernando Catroga, da Universidade de Coimbra. José Esteves Pereira, vice-reitor da UNL, é autor da síntese conclusiva do encontro.

    Ao associar-se às Comemorações do Centenário da República Portuguesa, a FLAD pretende, através desta publicação, deixar um contributo relevante no que diz respeito aos estudos comparatistas entre Portugal e os EUA.

    A apresentação de Repúblicas em Paralelo estará a cargo de José Medeiros Ferreira, professor universitário, e de Mário Mesquita, administrador da FLAD, que presidirá à sessão.

    Lançamento do livro Repúblicas em Paralelo: Portugal e Estados Unidos da América
    Livraria Almedina
    Atrium Saldanha, Lisboa
    7 de Fevereiro, segunda-feira, às 18h30

  • 03.02.2011
    Reconquista
    Exposição itinerante em Oleiros | Viva a República

    O Concelho de Oleiros recebe, de 17 a 19 de Fevereiro, a exposição itinerante "Viva a República... em digressão". A mostra é realizada no âmbito da Comemoração do primeiro centenário da implantação da República Portuguesa, o qual teve lugar a 5 de Outubro de 2010. Promovida pela Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República, esta será uma ocasião para evocar as principais aspirações das gerações que se empenharam em promover e realizar as grandes causas da participação e do desenvolvimento do País. Na exposição, o visitante é convidado a acompanhar o percurso de evolução do ideário republicano, o processo de implantação da República, assim como os principais contextos e transformações a que esteve associada. "Viva a República!... em digressão" percorrerá cerca de 100 concelhos de todo o país, tendo iniciado o seu trajecto em Setembro de 2010 e permanecendo durante aproximadamente um ano em itinerância. A mostra é constituída por uma viatura adaptada, complementada com duas tendas de apoio. Pretende-se que seja instalada numa zona central e de fácil acesso à população, como é o caso do Jardim Municipal de Oleiros, onde irá permanecer dois dias. "Viva a República!... em digressão" é acompanhada por uma equipa de mediação, sendo também disponibilizados materiais e suportes pedagógicos e de divulgação.

  • 03.02.2011
    Reconquista
    Sertã debate a República em Terras de Celinda

    A Câmara Municipal da Sertã está a promover um Ciclo de Conferências que se iniciou já no passado dia 29 de Janeiro, e se prolonga a 5 e 12 de Fevereiro. As conferências têm como tema "A I República em Terras de Celinda". Esta iniciativa, insere-se nas Comemorações do Centenário da República, que se prolongam até Agosto de 2011 e pretende abordar as diversas vertentes da História da I República, e simultaneamente divulgar e aprofundar os conhecimentos sobre o impacto deste período no concelho da Sertã. Numa nota enviada à nossa redacção, refere-se que vão ser abordadas diversas temáticas, destacando-se "A Monarquia durante a I República", "A implantação da I República na Região", "O fenómeno cultural e educacional na Sertã da I República", "A visão de Espanha" e "O Fim da I República". Participam nestes debates os historiadores João Bonifácio Serra, António Queirós, Benedita Duque, Nuno Pou-sinho e Pedro Salvado, entre outros. As comunicações iniciam-se às 10H00, na Casa da Cultura da Sertã. A par deste Ciclo de Conferências, estará patente na Casa da Cultura da Sertã a exposição "Uma Visita à 1 .a República em Portugal", elaborada por Pedro Vaz Pereira, descendente de Abílio Marçal, um ilustre republicano do concelho da Sertã. Esta exposição apresenta inúmeros documentos inéditos para o conhecimento deste período tão conturbado da História e poderá ser visitada até 15 de Fevereiro.

  • 03.02.2011
    Rádio Condestável
    «A I República em Terras de Celinda»

    É este o nome de um ciclo de conferências que arrancou hoje e que vai acontecer ainda dias 5 e 12 de Fevereiro.

    Esta iniciativa, inserida nas Comemorações do Centenário da República, que se prolongam até Agosto de 2011, pretende abordar as diversas vertentes da História da I República, e simultaneamente divulgar e aprofundar os conhecimentos sobre o impacto deste período no Concelho da Sertã.

    As comunicações abordarão um vasto leque de temáticas, destacando-se “A Monarquia durante a I República”, “A implantação da I República na Região”, “O fenómeno cultural e educacional na Sertã da I República”, “A visão de Espanha” e “O Fim da I República”. Estas e outras matérias serão discutidas por um reputado grupo de historiadores, dos quais se destacam João Bonifácio Serra, António Queirós, Benedita Duque, Nuno Pousinho e Pedro Salvado, entre outros. As comunicações iniciam-se todos os dias às 10 horas, na Casa da Cultura da Sertã.

    A par deste Ciclo de Conferências, estará patente na Casa da Cultura da Sertã a exposição “Uma Visita à 1.ª República em Portugal”, elaborada por Pedro Vaz Pereira, descendente de Abílio Marçal, um ilustre republicano do Concelho da Sertã. Esta exposição apresenta inúmeros documentos inéditos para o conhecimento deste período tão conturbado da nossa História e será inaugurada no dia 29 de Janeiro, abrindo assim o Ciclo de Conferências “A I República em Terras de Celinda”. Poderá ser visitada até 15 de Fevereiro.
       
     

  • 03.02.2011
    Jornal O Interior
    Portal sobre a Guarda e a Iª República online

    Ferramenta ajuda-nos a perceber o impacto deste acontecimento na região e a conhecer os contributos de vários guardenses.

    Está online o portal dedicado ao distrito da Guarda na Iª República, numa iniciativa da Guarda Digital e do Arquivo Distrital.

    Apresentado na passada sexta-feira na Escola Carolina Beatriz Ângelo, na Sequeira, o site www.arquivo.guarda.pt disponibiliza uma cronologia de acontecimentos, nacionais e locais, documentos históricos, jornais da época e retratos das figuras do distrito que se destacaram na implantação da República, nomeadamente Afonso Costa, Botto Machado, Carolina Beatriz Ângelo, Luís Louro, Francisco Balsemão, Augusto Castro ou Afonso Palla.

    Na sessão, o director do Arquivo Distrital, acrescentou que esta ferramenta permitirá saber «qual foi o impacto da República na região e que contributos tiveram as gentes do distrito no seu desenrolar».

    Segundo Manuel Levi Coelho, este período (de 1890 a 1926) está «muito pouco documentado em Portugal e muito menos na Guarda, contudo, no nosso caso, a informação disponível está acessível num único ponto». Por outro lado, os utilizadores, mediante um registo, também poderão submeter novos documentos alusivos à época.