Recortes de Imprensa

  • 15.07.2011
    Diário do Minho
    República/Centenário: Salazar foi resolver um problema orçamental e seguiram-se 48 anos de ditadura

    fernandorosas
    O historiador Fernando Rosas advertiu hoje para os ensinamentos do passado sobre os riscos do presente, lembrando que Oliveira Salazar chegou a ministro das Finanças para resolver um problema orçamental, seguindo-se depois 48 anos de ditadura.

    Fernando Rosas falava na abertura de um colóquio sobre a I República, na Câmara Municipal de Lisboa, numa intervenção dedicada ao tema das correntes historiográficas e as perspetivas que cada uma apresentaram e apresentam em relação ao período da História de Portugal entre 1910 e 1926.

    Falando antes da intervenção final do ex-chefe de Estado Mário Soares, o dirigente do Bloco de Esquerda sustentou a tese de que a I República, que representou uma “importante tentativa de democratização social e política, foi “uma derrota e falou com consequências trágicas”.

    “A seguir vieram 48 anos de ditadura - e, portanto, pagámos caro esse erro. Há uma grande preocupação das pessoas em perceber o motivo porque este regime falhou, o que é bom, já que gera debate, consciência e um olhar sobre a atualidade”, disse, antes de deixar à plateia uma advertência sobre algumas lições da História.

    “Não se esqueçam que [Oliveira] Salazar foi chamado a ministro das Finanças da ditadura em abril de 1928 sob a aura de técnico das finanças para resolver o problema do equilíbrio orçamental. A partir de uma proposta de uma proposta de equilíbrio orçamental tirou do saco tudo o resto que ele entendia que era indispensável para resolver o problema do Orçamento”, referiu, deixando depois a conclusão sobre este período.

    “Durante 48 anos estivemos a conhecer essa experiência. Não há nada como olhar para trás para conhecer os riscos do presente”, afirmou.

  • 06.07.2011
    DRE Alentejo
    Exposição: Escritas do Português | Centenário da República.

    A Biblioteca da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (UL) vai promover, entre 15 de Setembro e 14 de Outubro, nas suas instalações, a Exposição "Escritas do Português. Exposição bibliográfica no centenário da reforma ortográfica de 1911". A iniciativa "atravessa cinco séculos de teorias e práticas ortográficas que ora aproximam a escrita da língua falada, ora a cristalizam no padrão intemporal da etimologia latina", num percurso documentado em gramáticas, ortografias, livros didácticos, ensaios e legislação, pertencentes à Biblioteca da Faculdade de Letras da UL.
    A reforma ortográfica de 1911 - uma língua escrita, normalizada e simplificada, pela primeira vez imposta pelo Estado aos cidadãos e às instituições - é "o momento instituidor da escrita do português contemporâneo, bem como das diversas escritas que o português conhece ao longo do século XX, em Portugal e no Brasil."

  • 06.07.2011
    Expresso.pt
    República/100 anos: Visita à história nacional contribuiu para País enfrentar o futuro - Artur Santos Silva

    O presidente da Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República, Artur Santos Silva, considerou hoje que a "visita" à história nacional feita ao longo do último ano permitiu ao País estar "mais preparado para enfrentar o futuro".
    No final de uma audiência com o Presidente da República, Cavaco Silva, Artur Santos Silva indicou que, entre outras coisas, a revisitação à história recente do País a propósito do centenário da República permitiu perceber a importância da "disciplina orçamental" e de "finanças públicas sãs e sólidas", para que "a vida democrática corra melhor".
    Foi, disse, "uma maneira de esse aspeto sair mais valorizado" para o futuro.

  • 05.07.2011
    A União
    Açores: 100 anos de República

    No âmbito do programa das Comemorações do Centenário da República promovido pela Presidência do Governo dos Açores, através da Direcção Regional da Cultura, está a decorrer o Ciclo de Conferências "Açores: 100 anos de República", que teve início no mês de Janeiro e prolongar-se-á até Outubro de 2011, em todas as ilhas dos Açores. No dia 8 de Julho pelas 21 h00 realiza-se no Palacete Silveira e Paulo a conferência A Primeira República a Questão Social, pelo Prof. Doutor António Ventura. O conferencista analisará a evolução do movimentou operário e sindical durante a Primeira República e a sua relação com o poder político. O calendário completo do Ciclo de Conferências "Açores: 100 Anos de República" pode ser consultado em http://pg.azores. gov.pt/drac/cca.

  • 04.07.2011
    Publituris
    OS PREMIADOS NA IV GALA DOS EVENTOS

    A ExpoEventos Portugal-Show 2011 deu a conhecer na passada sexta-feira os Prémios da Gala dos Eventos, na Sala Champions do Estádio da Luz, em Lisboa.
    Luís Diogo Cavaco foi o anfitrião do certame, em representação da direcção da Publihappening, da ExpoEventos e da Gala dos Eventos. Por outro lado, Fernando Alvim conduziu uma vez mais a cerimónia.
    Nos prémios especiais, o Grande Prémio da Gala dos Eventos foi atribuído pelo júri às Comemorações do Centenário da Republica. Como Personalidade do Ano, Eduarda Abbondanza subiu ao palco, eleita pelo júri pelo projecto Moda Lisboa. Já o Prémio Revelação foi entregue ao Tróia Design Hotel e ao seu Centro de Congresso. O Prémio Sustentabilidade em Eventos distinguiu o Sport Lisboa e Benfica, com o Match Against Poverty, sendo que houve ainda uma Menção Honrosa, atribuída ao Centro de Congressos do Estoril.
    Ainda nos prémios especiais, para a empresa do ano Organizadora de Congressos foi eleita a Mundiconvenius e, para a empresa do ano Organizadora de Eventos, o prémio foi para a TAVOLANOSTRA Eventos Globais.
    Veja agora a lista completa dos premiados:
     
    CATEGORIA MELHOR PRODUÇÃO
     
    Prémio Produção Logística em Evento
    Macedo’s Pirotecnia
    Fogo-de-artifício de Passagem de Ano da Região Autónoma da Madeira
     
    Prémio Decoração em Evento – Menção Honrosa
    Ages – Eventos e Serviços
    III Grande Baile de Haloween – Coliseu Micaelense
     
    Prémio Design de Evento
    Desafio Global Ativism
    EDP – Encontros Live – EDP Energias de Portugal
     
    Prémio Produção Pirotécnica
    Macedo’s Pirotecnia
    Fogo-de-artifício de Passagem de Ano da Região Autónoma da Madeira
     
    Prémio Animação / Performance Artística em Evento
    TAVOLANOSTRA Eventos Globais
    Zain – Declaração Oficial das 7 Maravilhas Naturais de Portugal
     
    CATEGORIA MELHOR ESPAÇO PARA EVENTOS
    Prémio Hotel para Eventos e Congressos
    Hotel Tivoli Victoria
     
    Prémio Espaço Desportivo para Eventos
    Estádio do Sport Lisboa e Benfica
     
    Prémio Espaço Multiusos
    Pavilhão Atlântico
     
    Prémio Espaço Cultural para Eventos
    Convento do Beato
     
    Prémio Centro de Congressos
    Centro de Congressos da Alfândega do Porto
     
    CATEGORIA “SUSTENTABILIDADE EM EVENTOS”
    Prémio
    Sport Lisboa e Benfica
    Match Against Poverty
     
    Menção Honrosa
    Centro de Congressos do Estoril
     
    CATEGORIA MELHOR EVENTO
     
    Prémio Evento Cultural
    Mercado da Cultura
    Tutankhamón – La Tumba e sus Tesoros
     
    Prémio Evento de Marca
    Desafio Global Ativism
    Samsung Dream Circle
     
    Prémio Concerto / Festival de Música
    Everything Is New
    Festival Optimus Alive 2010
     
    Prémio Evento Público
    Ecomuseu do Barroso
    Sexta Feira 13
     
    Prémio Motivação e Incentivo
    Desafio Global Ativism
    EDP Live – Be the Voice
     
    Prémio Congresso
    Mundiconvenius
    Waves of Globalization
     
    Prémio Evento Empresarial
    TAVOLANOSTRA Eventos Globais
    Reunião Anual 2010 – Barclays Bank Portugal
     
    Prémio Empresa Organizadora de Congressos
    Mundiconvenius
     
    Prémio Empresa Organizadora de Eventos
    TAVOLANOSTRA Eventos Globais
     
    Prémio Revelação
    Tróia Design Hotel
    Prémio Personalidade do Ano
    Eduarda Abbondanza
    Grande Prémio da Gala dos Eventos
    Comissão Nacional das Comemorações do Centenário da República

  • 02.07.2011
    Diário Insular
    Até 29 de Julho. Mostra em Angra sobre a República

    A exposição "Letras e Cores, Ideias e Autores e Autores da República" está patente, desde ontem e até 29 deste mês, na Secção Infantojuvenil da Biblioteca Pública e Arquivo Regional de Angra do Heroísmo, no Centro Cultural, no âmbito das comemorações do centenário da República. A mostra integra dez cartazes ilustrados por autores contemporâneos a partir de textos de escritores que refletem a proclamação republicana. Os ilustradores João Vaz de Carvalho,Afonso Cruz, Bernardo Carvalho, Marta Torrão,Teresa Lima, Rachel-Caiano, Jorge Miguel, Carla Nazareth, Gémeo Luís e Alex Gozblau foram convidados pela Direcção Geral do Livro e das Bibliotecas a ilustrar 10 temas específicos, inseridos num panorama mais vasto de ideias ligadas à República:o Ultimatum,a Monarquia,o 5 de Outubro,a lgreja,a Educação,as Mulheres,o Modernismo, a Grande Guerra, o Chiado e as Revistas. Do trabalho destes ilustradores resultam,portanto, interessantes reflexões sobre o contexto social, político, cívico e cultural da época. Guerra Junqueiro,Aquilino Ribeiro,José Rodrigues Miguéis, Abel Botelho,Tomás da Fonseca, Manuel Laranjeira,Virgínia de Castro eAlmeidaAna de Castro OsórioAlmada Negreirosjaime Cortesão e Raul Brandão foram alguns dos autores escolhidos, além de textos das revistas Águia, Orpheu e Seara Nova.

  • 01.07.2011
    Terra Quente
    Exposição "Viva a República!... em digressão"

    A Praça Francisco Meireles, em Torre de Moncorvo, recebeu de 22 a 24 de Junho a exposição itinerante "Viva a República!... em digressão."

    Durante os três dias foi visitada por crianças dos jardins-de-infância, idosos dos centros de dia, jovens da Fundação Francisco António Meireles e população em geral. A iniciativa foi promovida pela Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República que para isso contou com o apoio do Município de Torre de Moncorvo. Com a ajuda de uma equipa de mediação e recorrendo a fotografias, vídeos e jogos interactivos era explicada a história da I República aos visitantes. No final da visita foram disponibilizados materiais e suportes pedagógicos e de divulgação. A visita à exposição podia ser visitada entre as 10h00 e as 22h00, sendo a entrada gratuita. Nesta exposição, dedicada à história da I República, os visitantes poderam acompanhar o percurso de evolução do ideário republicano, através do processo de Implantação da República e os principais contextos e transformações a que esteve associada. Constituída por uma viatu- ra adaptada complementada por duas tendas de apoio, a exposição está em itinerância desde Setembro de 2010 e percorre cerca de 100 concelhos de todo o país. Em 2010 celebrou-se o centenário da implantação da República, um dos momentos mais marcantes da história de Portugal. O programa das comemorações do Centenário da República visa evocar a República e o republicanismo, divulgando os seus ideais cívicos, as suas principais realizações e os seus grandes protagonistas; promover a divulgação do conhecimento e aprofundar a investigação científica sobre a história da República e do republicanismo e projectar para o futuro os ideais republicanos. Estas comemorações contam com o envolvimento de um con- junto alargado de parceiros, bem como o interesse e a participação da população em geral, nomeadamente do público mais jovem, de forma que a comemoração do Centenário possa constituir um grande evento cultural e cívico. Esta exposição teve grande aderência por parte do município, o número de visitantes foi mais do que era esperado, visitantes de todas as idades, todos eles com enorme vontade de saber um pouco mais da evolução republicana no nosso país. António Frade, idoso do município diz "vim a esta exposição, porque sempre tive interesse pela história do nosso país, a república foi um acontecimento muito importante e que ficará sempre na minha memória."

    Cristina Oliveira

  • 30.06.2011
    Reconquista
    "Viva a República" em exposição em Vila de Rei

    O espaço anexo à Biblioteca Municipal José Cardoso Pires, em Vila de Rei, vai receber, entre os dias 16 e 18 de Julho, a exposição "Viva a República". Promovida pela Organização Nacional para as Comemorações do Centenário da República, a exposição tem estado em itinerância por todo o País, chegando agora a Vila de Rei, segundo avança nota enviada à nossa redacção. Uma viatura adaptada, complementada com duas tendas de apoio, será o espaço onde o visitante é convidado a acompanhar a história da I República, a evolução do ideal republicano, o processo de implantação da República e os principais contextos e transformações a que esteve associada. A exposição "Viva a República" está patente entre os dias 16 e 18 de Julho, das 10H00 às 13H00 e das 15H00 às 22H00.

  • 28.06.2011
    O Povo Famalicense
    Conferência recordou ideais republicanos da feminista Maria Veleda

    Maria Veleda, pseudónimo de Maria Carolina Frederico Crispem, dedicou-se, desde muito cedo, a causas políticas e sociais, incomodando os poderes eclesiásticos e políticos instituídos do início do século XX. A afirmação pertence à investigadora Natividade Monteiro que deu a conhecer "Maria Veleda (1871-1955) Feminista Republicana, Pedagoga e Livre-Pen-sadora", em mais uma confe- rência do ciclo "As Mulheres e a I República", que decorreu no passado dia 18, no Museu Bernardino Machado, em Vila Nova de Famalicão. Perante uma audiência a-tenta e interessada Nativi- dade Monteiro apresentou o percurso de vida desta mulher que foi uma das figuras maiores do feminismo em Portugal. Filha da classe média algarvia, Maria Veleda foi influenciada pelo teatro, sonhando desde sempre em escrever peças de teatro com personagens femininas, participando, aos sete anos de idade, no Teatro Lethes, na peça "Lenço Branco". De espírito indomável, começou aos 19 anos, a colaborar com a imprensa algarvia e alentejana, escrevendo crónicas literárias e artigos, onde defendia uma educação e uma pedagogia feminista contra as superstições e o analfabetismo. Conheceu Cândido Guerreiro, do qual teria um filho, assumindo-se mãe solteira, não aceitando o convite de casamento, pois segundo ela, um casamento devia ba-sear-se no amor e na confiança incondicionais e não no sentimento de compaixão ou de meras convenções sociais. Colocada como professora no Alentejo, em 1905 des-loca-se para Lisboa e em 1906 torna-se professora auxiliar no Centro Republicano Afonso Costa. Conver-te-se aos ideais republicanos e inicia a sua colaboração em jornais como "A Vanguarda"," Século" ou "O Mundo", conhecendo republicanos como Magalhães Lima, Alexandre Braga, França Borges, entre outros. Em 9 de Fevereiro de 1908, a seguir ao regicídio, Maria Veleda escreve um artigo intitulado "A Propósito", no jornal "A Vanguarda" que esgotou duas edições do mes- mo jornal e lhe valeu um pro-cesso-crime por abuso de liberdade de imprensa. No texto, escreveu que o "Rei provocou o seu próprio desfecho" e que "morreu um Rei, antes ele que um homem!". Estas palavras agradaram aos republicanos que então lhe prestaram uma homenagem. De resto, nos seus textos, Maria Veleda apelava sempre a uma educação racional influenciada pela educação nova, uma educação integral, laica, defendendo a conciliação das artes e da ciência para a formação cívica, assim como uma educação física. Em Abril de 1908, pertenceu à Comissão organizadora do I Congresso Nacional do Livre-Pensamento, com a presença de republicanos, socialistas e anarquistas, e, para além das questões sociais, reivindicou o amor-livre. Fez parte do Grupo das Treze e criticou todos os que se serviam da República para satisfazer os seus interesses próprios, discursando contra as incursões monárquicas, defendendo o regime republicano. Escre- veu e conspirou, igualmente, contra a ditadura de Pimenta de Castro. Entre 1915 e 1916 defendeu a participação de Portugal na I Guerra Mundial e aliou-se ao Partido Democrático de Afonso Costa. Fundou, em 1915, aAssocia-ção Feminina de Propaganda Democrática, com uma actuação cívica e política para passar à prática os direitos da mulher. Com a noite sangrenta de 19 de Outubro de 1921, Maria Veleda desilude-se com a República. Passa a escrever em jornais e revistas, como "O Século", "A Pátria", fundando "A Asa, "O Futuro", "A Vanguarda Espírita", com comentários políticos e sobre educação, mantendo uma atitude crítica de maior distanciamento, não sem um certo humor. No final da conferência, Natividade Monteiro ofereceu ao Museu Bernardino Machado o seu livro "Maria Veleda: feminista republicana, escritora e conferencista". Este livro contém as "Memórias de Maria Veleda", publicadas no jornal "República "em 1950.

  • 20.06.2011
    Lusa
    Pintura: Museu em Valladolid mostra 48 obras da exposição "Primitivos Portugueses"

    A exposição "Un Siglo Dorado. La Pintura de los Primitivos Portugueses. (1450-1550)", com 48 obras de pintura portuguesa dos séculos XV e XVI, será inaugurada terça-feira no Museu Nacional Colegio de San Gregorio, em Valladolid, Espanha.
    A exposição tem por base a mostra "Primitivos Portugueses (1450 e 1550) - O século de Nuno Gonçalves", que esteve patente no Museu Nacional de Arte Antiga (MNAA), em Lisboa, entre novembro de 2010 e abril deste ano.
    A mostra é comissariada pelos especialistas em pintura antiga e conservadores do MNAA José Alberto Seabra e Joaquim Caetano, e no museu de Valladolid - onde ficará até 02 de outubro - por María Bolaños.
    Entre os artistas da época encontram-se representados Nuno Gonçalves, Francisco Henriques, Jorge Afonso, Gregório Lopes e Cristovão de Figueiredo, que atravessam um período cronológico considerado dos mais brilhantes ciclos criativos portugueses na pintura.
    "É uma das exposições portuguesas mais destacadas dos últimos vinte anos no nosso país e seguramente na Europa", escreve a comissária espanhola no texto de apresentação da exposição divulgado pelo sítio online do museu.
    "O conjunto de obras de arte é de grande qualidade, realizadas numa época em que o Portugal dos Descobrimentos se encontrava em plena experimentação científica e cultural e alcança a sua máxima irradiação cosmopolita", acrescenta.
    Inserida nas Comemorações do Centenário da República, a exposição recebeu, nos primeiros três meses e meio, em Lisboa, mais de 32 mil visitantes.
    A mostra no MNAA contou com cerca de 160 obras do período dos Descobrimentos.